O líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho, disse que a proposta de aumentar impostos para compensar a redução do IOF pelo governo Lula “dificilmente” será aprovada. Ele fez essa afirmação durante um almoço em Brasília e criticou a forma como o governo tenta culpar o Congresso pelo desequilíbrio fiscal. Luizinho mencionou que uma comissão será criada para discutir a proposta, mas acredita que ela precisará de muitas mudanças. Ele também destacou que a aprovação do projeto que revogaria o decreto do IOF pode abrir espaço para conversas com o governo sobre ajustes nas contas públicas. O deputado criticou o governo por buscar compensações fiscais através do aumento de tributos, mesmo adotando medidas populares, como reajustes para servidores e correção do Imposto de Renda, e afirmou que essa estratégia não é coerente com as necessidades fiscais do país.
O líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho, declarou que a medida provisória que visa aumentar impostos para compensar o recuo do governo Lula sobre o IOF “dificilmente” será aprovada. A afirmação ocorreu durante um almoço em Brasília, onde o deputado criticou a narrativa do governo sobre o papel do Congresso no desequilíbrio fiscal.
Luizinho mencionou que uma comissão será formada para discutir a medida, mas acredita que o texto sofrerá alterações significativas. Ele destacou que a aprovação da tramitação em regime de urgência do projeto que revogaria o decreto do IOF na segunda-feira aumenta as expectativas de diálogo com o governo sobre ajustes nas contas públicas e emendas parlamentares.
O deputado também criticou o governo por tentar responsabilizar o Congresso pelo desequilíbrio fiscal, afirmando que essa narrativa é imposta por meio da mídia. Nos últimos dias, a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, ameaçou bloquear o pagamento de emendas se o pacote fiscal de Fernando Haddad for rejeitado.
Doutor Luizinho apontou que o governo tem adotado medidas populares, como reajustes para servidores e correção da tabela do Imposto de Renda, mas, ao buscar compensações fiscais, recorre ao aumento de tributos. Ele afirmou que essa abordagem carece de coerência e não atende às necessidades fiscais do país.
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