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Juiz determina liberdade de ex-aluno de Columbia acusado de protestos anti-Israel

Juiz federal libera Mahmoud Khalil, destacando a ilegalidade da detenção por seu discurso pró-Palestina após três meses de prisão.

Mahmoud Khalil fala durante uma coletiva de imprensa sobre estudantes que foram presos e suspensos por protestar na Universidade de Columbia, em abril do ano passado (Foto: Bing Guan/The New York Times)
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Um juiz federal decidiu libertar Mahmoud Khalil, ex-aluno da Universidade Columbia, que estava preso há três meses. Ele foi detido por participar de protestos contra Israel e por sua oposição à política dos EUA, mas o juiz afirmou que sua prisão era uma retaliação ilegal por suas opiniões pró-Palestina. Durante a audiência, o juiz Michael E. Farbiarz disse que as acusações do governo não eram suficientes para justificar a detenção e que havia uma tentativa de punir Khalil por suas crenças. Khalil, que tem visto de residência permanente e é casado com uma cidadã americana, foi preso no campus da universidade em março de 2023, e sua detenção gerou críticas de grupos de direitos civis. O governo alegou que ele apoiava o Hamas, mas não apresentou provas. Agora, Khalil pode voltar para Nova York com sua família, embora o governo ainda possa tentar deportá-lo. A situação dele destaca a repressão a vozes críticas nos Estados Unidos.

Um juiz federal determinou a libertação sob fiança de Mahmoud Khalil, ex-aluno da Universidade Columbia, após três meses de detenção. Khalil, que se destacou em protestos anti-Israel, foi preso sob acusações que o governo considerou justificáveis, mas que o juiz contestou.

Durante a audiência, o juiz Michael E. Farbiarz afirmou que a detenção de Khalil era uma retaliação ilegal por seu discurso pró-Palestina. Ele destacou que as alegações do governo não sustentavam a prisão, afirmando que “há um esforço para usar a acusação de imigração aqui para punir Khalil”. O ex-aluno, que possui visto de residência permanente e é casado com uma cidadã americana, se tornou um símbolo de resistência no movimento estudantil.

Khalil foi detido em março de 2023, no campus da Universidade Columbia, e sua prisão gerou críticas de grupos de direitos civis. O governo, que se opôs à sua libertação, alegou que ele apoiava o grupo terrorista Hamas, mas não apresentou provas concretas. Os advogados de Khalil argumentaram que sua detenção era uma violação da liberdade de expressão.

A decisão do juiz Farbiarz representa uma vitória significativa para Khalil, que poderá retornar a Nova York com sua família. O governo ainda pode tentar deportá-lo, mas a ordem judicial garante que ele não permanecerá mais preso. A situação de Khalil reflete um contexto mais amplo de repressão a vozes críticas nos Estados Unidos, especialmente em relação à política externa.

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