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Castro critica Lula e orienta Tarcísio após prisão de MC Poze

Governador Cláudio Castro defende prisão de Poze do Rodo e critica governo Lula, enquanto investigações sobre crime organizado continuam.

Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). (Foto: Rafael Campos)
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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, está enfrentando críticas sobre a atuação da polícia em relação ao funk, especialmente após a prisão do funkeiro Poze do Rodo. A prisão, que ocorreu em 29 de maio, gerou debates sobre preconceito e a criminalização da cultura periférica. Castro afirma que a prisão foi justificada por indícios de ligação do artista com o crime organizado, mas a Justiça o libertou cinco dias depois por falta de provas. Em uma entrevista, ele disse que não há um julgamento contra o funk, mas que a investigação mostrou conexões de Poze com o Comando Vermelho. Ele também criticou o governo Lula e declarou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro em 2026. A prisão de Poze gerou reações de defensores dos direitos humanos, que viram a operação como uma tentativa de associar o funk ao crime. A esposa de Poze defendeu o cantor, mas Castro reiterou que a investigação revelou ligações com o tráfico. Ele também mencionou que pode deixar o cargo antes do fim do mandato para se candidatar ao Senado e lançou o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, como pré-candidato a governador, embora enfrente resistência dentro do seu partido.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ), enfrenta críticas sobre a atuação da polícia em relação ao funk, especialmente após a prisão do funkeiro Poze do Rodo. A detenção, ocorrida em 29 de maio, gerou debates sobre preconceito e a criminalização da cultura periférica. Castro defende que a prisão foi justificada por indícios de ligação do artista com o crime organizado, enquanto a Justiça o libertou cinco dias depois, citando falta de provas.

Em entrevista ao UOL, o governador afirmou que não há “julgamento” contra o funk, mas que a investigação indicou conexões de Poze com o Comando Vermelho. Ele criticou a gestão do governo Lula, alegando desconexão com as necessidades da população, e expressou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro em 2026, apesar da inelegibilidade do ex-presidente até 2030.

A prisão de Poze gerou reações de pesquisadores e defensores dos direitos humanos, que consideraram a operação uma tentativa de associar o funk ao crime. Castro, por sua vez, argumentou que a investigação foi conduzida de acordo com a lei e que a polícia apenas cumpriu um mandado judicial. Ele destacou que a questão não se relaciona com a origem social do artista, mas sim com as evidências apresentadas.

A esposa de Poze, Viviane Noronha, defendeu o cantor, afirmando que ele não tinha escolha por ser “cria” de uma comunidade dominada pela facção. Castro, no entanto, reiterou que a investigação revelou ligações com o tráfico, e que a espetacularização do caso será apurada pela corregedoria.

Em relação à sua própria trajetória política, Castro admitiu que pode deixar o cargo antes do fim do mandato para se candidatar ao Senado, dependendo das diretrizes do grupo político ao qual pertence. Ele também lançou o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil), como pré-candidato a governador, embora enfrente resistência dentro do PL.

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