Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, vai assumir um novo cargo no Nubank em julho, mas antes precisa cumprir um período de quarentena até o final deste mês. Recentemente, ele procurou apoio de políticos do Centrão para se opor ao aumento do imposto sobre a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das fintechs, que pode subir de 9% para 15%, igualando-se ao que os grandes bancos pagam. Essa mudança pode afetar a competitividade das fintechs no Brasil, e Campos Neto está tentando mobilizar apoio para barrar a proposta, que considera uma ameaça ao setor. Sua experiência no Banco Central pode ajudar a enfrentar os desafios que essa nova tributação pode trazer para o Nubank.
Roberto Campos Neto, atual presidente do Banco Central, está se preparando para assumir a vice-presidência do conselho de administração e a chefia global de políticas públicas do Nubank a partir de 1º de julho. Antes dessa transição, ele cumpre um período de quarentena que se encerra no dia 30 deste mês.
Recentemente, Campos Neto buscou apoio de lideranças do Centrão na Câmara dos Deputados para se opor ao aumento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das fintechs. A proposta do governo, que tramita no Congresso, prevê a elevação do imposto de 9% para 15%, igualando-se ao percentual cobrado dos grandes bancos.
A movimentação de Campos Neto ocorre em um momento crítico, já que a medida pode impactar significativamente a competitividade das fintechs no Brasil. A busca por apoio no Centrão indica uma tentativa de mobilizar forças políticas para barrar a proposta, que é vista como uma ameaça ao setor.
A atuação de Campos Neto nesse lobby é notável, considerando seu futuro papel no Nubank, onde terá a responsabilidade de influenciar as políticas públicas da instituição. A expectativa é que sua experiência no Banco Central traga uma visão estratégica para enfrentar os desafios impostos pela nova tributação.
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