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Deputada pede ao MP que Tarcísio arque com custos de evento antirracista

Deputada Thainara Faria pede ao MP de SP que gestão estadual custeie a Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial integralmente.

Tarcísio de Freitas: cobrança do PT (Foto: Edilson Dantas/Ag O Globo)
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A deputada Thainara Faria protocolou um pedido no Ministério Público de São Paulo para que o governo de Tarcísio de Freitas pague todos os custos da Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CEPIR), que acontecerá em um mês na capital. Este evento é parte do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial e, neste ano, a gestão estadual decidiu que os conferencistas devem arcar com despesas de transporte e hospedagem, o que, segundo Thainara, dificulta a participação de representantes importantes. A deputada pediu ao MP que investigue essa decisão e busque mais informações sobre o assunto.

A deputada estadual Thainara Faria (PT) protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo para que a gestão de Tarcísio de Freitas custeie integralmente a Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial (CEPIR). O evento, que ocorrerá em um mês na capital paulista, é parte do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Senapir), criado em 2010.

A CEPIR, que chega à sua quinta edição, é uma etapa preparatória para a conferência nacional programada para setembro em Brasília. A administração paulista, desde 2017, realiza o evento por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania. Contudo, este ano, a gestão estadual decidiu repassar custos de transporte e hospedagem aos conferencistas, o que, segundo Thainara, compromete o debate democrático.

Em maio, a equipe do governador anunciou que arcaria apenas com a estrutura e alimentação dos delegados, enquanto as despesas de transporte e hospedagem ficariam a cargo dos participantes ou de seus municípios. A deputada argumenta que essa mudança inviabiliza a participação plena de representantes de entidades, essenciais para a construção de políticas públicas e ações afirmativas.

Thainara sugeriu ao MP a abertura de um inquérito civil para investigar a conduta da Secretaria de Justiça e Cidadania e pediu informações sobre a decisão. O Ministério Público avaliará o pedido e as possíveis ações a serem tomadas.

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