Johnny Noviello, um canadense de 49 anos, morreu enquanto estava sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) na Flórida. Ele foi encontrado inconsciente no Centro de Detenção Federal em Miami no dia 23 de outubro, e a equipe médica não conseguiu reanimá-lo. Esta é a décima morte sob custódia do ICE em 2023. O governo canadense foi notificado e está investigando as circunstâncias da morte. Noviello tinha um histórico criminal, incluindo condenações por tráfico de drogas e extorsão, e estava aguardando o processo de remoção após ser preso por violar leis de drogas. O ICE afirmou que todos os detidos têm acesso a cuidados médicos e defendeu a segurança e dignidade das pessoas sob sua custódia. O caso levanta preocupações sobre as condições nos centros de detenção e a política de imigração dos EUA.
Autoridades canadenses e americanas investigam a morte de Johnny Noviello, um cidadão canadense de 49 anos, ocorrida sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) na Flórida. O falecimento aconteceu no dia 23 de outubro, e ele é a décima pessoa a morrer sob custódia do ICE em 2023.
Noviello foi encontrado inconsciente no Centro de Detenção Federal do Departamento de Prisões de Miami. A equipe médica tentou reanimá-lo, mas não obteve sucesso. O governo canadense foi informado da morte na quinta-feira, e a ministra das Relações Exteriores, Anita Anand, afirmou que funcionários consulares estão buscando informações detalhadas sobre as circunstâncias do caso.
O cidadão canadense tinha um histórico criminal que incluía condenações por tráfico de drogas e extorsão. Em 2017, ele foi preso por vender substâncias controladas em uma loja de automóveis na Flórida. Em outubro de 2023, foi sentenciado a 12 meses de prisão, mas cumpriu apenas cerca de 125 dias de sua pena. Ele estava sob custódia do ICE aguardando o processo de remoção por violar leis de drogas.
A morte de Noviello ocorre em um contexto de aumento das detenções pelo ICE, que tem intensificado suas operações sob a administração do ex-presidente Donald Trump. O ICE garantiu que todos os detidos têm acesso a cuidados médicos de emergência e reafirmou seu compromisso com a segurança e dignidade dos indivíduos sob sua custódia.
O caso levanta preocupações sobre as condições nos centros de detenção e a política de imigração dos EUA, que tem sido alvo de críticas por supostos abusos e falta de transparência.
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