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Sheinbaum afirma que acusações dos EUA contra bancos mexicanos carecem de provas

Claudia Sheinbaum nega acusações dos EUA sobre lavagem de dinheiro e destaca intervenção temporária nas instituições financeiras.

Presidente do México, Claudia Sheinbaum (Foto: AFP)
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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, negou as acusações de lavagem de dinheiro feitas pelos Estados Unidos contra três instituições financeiras do país. Em uma coletiva de imprensa, ela afirmou que não existem provas que sustentem as alegações do governo americano. As acusações envolvem os bancos CIBanco e Intercam, além da corretora Vector, que, segundo os EUA, teriam ajudado a lavar dinheiro para cartéis de drogas, especialmente no caso do fentanil. Em resposta, o governo mexicano decidiu fazer uma intervenção temporária nessas instituições para proteger os interesses de acionistas e credores. Sheinbaum lembrou que o México já enfrentou situações parecidas no passado, como a prisão do ex-secretário de Defesa Salvador Cienfuegos, que foi solto por falta de provas. O subsecretário do Tesouro americano, Michael Faulkender, disse que as medidas tomadas vão limitar algumas transações financeiras, mas não são sanções econômicas formais. A situação mostra a tensão crescente entre os dois países sobre o combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, negou as acusações de lavagem de dinheiro feitas pelos Estados Unidos contra três instituições financeiras mexicanas. Em coletiva de imprensa, realizada na quinta-feira (26), Sheinbaum afirmou que “não há nenhuma prova” que sustente as alegações do governo americano.

As acusações, que envolvem os bancos CIBanco e Intercam, além da corretora Vector, foram feitas pelo governo do presidente Donald Trump. Washington alega que essas instituições teriam facilitado a lavagem de milhões de dólares para cartéis de drogas, especialmente no contexto do tráfico de fentanil. Em resposta, o governo mexicano anunciou uma intervenção geral temporária nas instituições citadas, com o objetivo de proteger os interesses de acionistas e credores.

Sheinbaum destacou que as acusações não são novas e que o México já enfrentou situações semelhantes, como o caso do ex-secretário de Defesa Salvador Cienfuegos, que foi preso em 2020 e posteriormente libertado por falta de provas. A presidente enfatizou que, se houvesse evidências concretas, as autoridades tomariam as devidas ações legais.

O subsecretário do Tesouro americano, Michael Faulkender, afirmou que as medidas adotadas impedirão que as instituições mexicanas realizem determinados envios de fundos, embora não se tratem de sanções econômicas formais. A situação reflete a crescente tensão entre os dois países em relação ao combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.

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