A ministra do Tribunal Superior Eleitoral, Isabel Gallotti, liberou uma ação que pode levar à cassação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. O caso está ligado ao “escândalo da Ceperj”, que envolve denúncias de abuso de poder. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio já havia absolvido Castro, mas o Ministério Público Eleitoral agora defende sua inelegibilidade. O vice-governador, Thiago Pampolha, que renunciou para assumir uma vaga no Tribunal de Contas, não está sendo alvo da mesma ação. O escândalo inclui uma “folha de pagamento secreta” e a nomeação de 45 mil pessoas para cargos temporários, supostamente para beneficiar aliados de Castro. Ele se prepara para ser candidato ao Senado em 2026 e já escolheu Rodrigo Bacellar como seu sucessor. Se a cassação ocorrer, isso pode afetar seus planos políticos.
A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Isabel Gallotti, liberou para julgamento uma ação que pode resultar na cassação do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). O caso está relacionado ao “escândalo da Ceperj”, que envolve denúncias de abuso de poder político e econômico. A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ainda precisa agendar a data do julgamento.
Em maio do ano passado, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) absolveu Castro em um julgamento apertado, com placar de 4 a 3. No entanto, em um parecer enviado ao TSE em novembro, o Ministério Público Eleitoral defendeu a inelegibilidade do governador, mas não a do vice-governador, Thiago Pampolha (MDB). Pampolha renunciou ao cargo no mês passado para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.
O “escândalo da Ceperj” refere-se a denúncias sobre uma “folha de pagamento secreta” e a nomeação de 45 mil pessoas para cargos temporários, que teriam sido utilizados para acomodar aliados e cabos eleitorais de Castro. O governador se posiciona como pré-candidato ao Senado Federal em 2026 e já anunciou Rodrigo Bacellar (União Brasil) como seu sucessor.
Com a renúncia de Pampolha, Bacellar pode assumir o governo com a desincompatibilização de Castro em abril do próximo ano. Contudo, uma eventual cassação no TSE poderia impactar significativamente os planos políticos de Castro, tornando-o inelegível. A situação continua em desenvolvimento e novas informações devem surgir em breve.
Entre na conversa da comunidade