Celso Sabino foi escolhido como candidato ao Senado pela federação União Progressista no Pará para as eleições de 2026. A decisão, que contou com o apoio de líderes partidários, foi anunciada nesta quinta-feira. Sabino, que atualmente é ministro do Turismo, deve deixar o cargo em abril. Há expectativa sobre se ele apoiará a reeleição de Lula ou se se juntará a um candidato da direita, com a tendência apontando para a segunda opção. Essa escolha reflete as tensões entre o governo e os partidos aliados, em um cenário de disputas por candidaturas e alianças políticas, o que pode afetar as estratégias eleitorais do governo federal e a dinâmica política no Pará.
Em meio a um cenário conturbado entre o governo Lula e os partidos União Brasil e PP, Celso Sabino foi escolhido como candidato ao Senado pela federação União Progressista no Pará para as eleições de 2026. A decisão foi tomada nesta quinta-feira, com o apoio dos líderes partidários Antonio Rueda e Ciro Nogueira, além do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Sabino, que atualmente ocupa o cargo de ministro do Turismo, deverá deixar a pasta em abril. A expectativa agora gira em torno de sua postura durante a campanha: se apoiará a reeleição de Lula ou se se aliará a um candidato da direita. De acordo com fontes ligadas ao processo, a tendência é que a segunda opção prevaleça, considerando a influência dos líderes partidários.
A escolha de Sabino reflete as tensões internas e externas que têm marcado a relação entre o governo e os partidos aliados. As disputas por candidaturas e alianças políticas têm gerado incertezas sobre o futuro das coligações, especialmente em um ano eleitoral que promete ser desafiador.
A decisão sobre a candidatura de Sabino pode impactar não apenas a dinâmica política no Pará, mas também as estratégias eleitorais do governo federal. A movimentação dos partidos sugere uma busca por fortalecimento em meio a um cenário político em constante transformação.
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