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Haddad critica ato de Bolsonaro e defende Lula em meio a polêmica sobre anistia

Fernando Haddad criticou ato de Jair Bolsonaro na Avenida Paulista e defendeu Luiz Inácio Lula da Silva, destacando políticas sociais do governo.

Lula e Haddad em evento do Plano Safra (Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo)
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O ex-presidente Jair Bolsonaro fez um ato na avenida Paulista, onde criticou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, que aconteceu no domingo, teve a participação de cerca de 12,4 mil pessoas, segundo um levantamento. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, respondeu chamando o ato de Bolsonaro de “fracasso” e elogiou Lula por não ter pedido anistia durante seus processos judiciais. Haddad também falou sobre as políticas sociais do governo, como o aumento da tabela do imposto de renda e a isenção para quem ganha até R$ 5 mil, destacando a importância da justiça social. Ele criticou a ideia de aumentar impostos, explicando que o governo está apenas corrigindo brechas que beneficiam grandes empresários, e reafirmou a necessidade de respeitar os trabalhadores que pagam suas contas em dia.

O ex-presidente Jair Bolsonaro organizou um ato na avenida Paulista, onde fez críticas ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, realizado neste domingo, gerou reações no cenário político, incluindo a resposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Haddad classificou o ato de Bolsonaro como um “fracasso” e defendeu Lula, ressaltando a dignidade do presidente em não solicitar anistia durante seus processos judiciais. “O senhor nunca pediu para qualquer de nós petistas, um favor, uma anistia”, afirmou Haddad, referindo-se à postura de Lula durante a Lava Jato. O ato na Paulista atraiu cerca de 12,4 mil pessoas em seu pico, segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap.

Durante o lançamento do Plano Safra 2025/26, Haddad também abordou políticas sociais do governo, como o reajuste da tabela do imposto de renda e a proposta de isenção para quem ganha até R$ 5 mil. Ele enfatizou a importância de continuar promovendo justiça social, apesar das críticas. “Vamos continuar fazendo justiça social, pode gritar, pode falar, vai chegar o momento de debate”, disse.

O ministro criticou ainda a ideia de aumento de impostos, afirmando que o governo está apenas fechando brechas que favorecem grandes empresários. “Isso não é aumento de imposto, é o mínimo de respeito com o trabalhador que paga as contas em dia”, destacou Haddad, reforçando a necessidade de manter a justiça fiscal.

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