O ex-presidente Jair Bolsonaro fez um ato na avenida Paulista, onde criticou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, que aconteceu no domingo, teve a participação de cerca de 12,4 mil pessoas, segundo um levantamento. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, respondeu chamando o ato de Bolsonaro de “fracasso” e elogiou Lula por não ter pedido anistia durante seus processos judiciais. Haddad também falou sobre as políticas sociais do governo, como o aumento da tabela do imposto de renda e a isenção para quem ganha até R$ 5 mil, destacando a importância da justiça social. Ele criticou a ideia de aumentar impostos, explicando que o governo está apenas corrigindo brechas que beneficiam grandes empresários, e reafirmou a necessidade de respeitar os trabalhadores que pagam suas contas em dia.
O ex-presidente Jair Bolsonaro organizou um ato na avenida Paulista, onde fez críticas ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, realizado neste domingo, gerou reações no cenário político, incluindo a resposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Haddad classificou o ato de Bolsonaro como um “fracasso” e defendeu Lula, ressaltando a dignidade do presidente em não solicitar anistia durante seus processos judiciais. “O senhor nunca pediu para qualquer de nós petistas, um favor, uma anistia”, afirmou Haddad, referindo-se à postura de Lula durante a Lava Jato. O ato na Paulista atraiu cerca de 12,4 mil pessoas em seu pico, segundo levantamento do Monitor do Debate Político do Cebrap.
Durante o lançamento do Plano Safra 2025/26, Haddad também abordou políticas sociais do governo, como o reajuste da tabela do imposto de renda e a proposta de isenção para quem ganha até R$ 5 mil. Ele enfatizou a importância de continuar promovendo justiça social, apesar das críticas. “Vamos continuar fazendo justiça social, pode gritar, pode falar, vai chegar o momento de debate”, disse.
O ministro criticou ainda a ideia de aumento de impostos, afirmando que o governo está apenas fechando brechas que favorecem grandes empresários. “Isso não é aumento de imposto, é o mínimo de respeito com o trabalhador que paga as contas em dia”, destacou Haddad, reforçando a necessidade de manter a justiça fiscal.
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