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Moraes considera que Paulo Figueiredo foi notificado sobre a trama golpista

Paulo Figueiredo Filho é notificado sobre acusação de golpe de Estado e será representado pela Defensoria Pública da União.

O economista Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, que mora nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)
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O economista Paulo Figueiredo Filho foi notificado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, sobre uma acusação da Procuradoria-Geral da República de tentar promover um golpe de Estado no Brasil. Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, não apresentou defesa em mais de quatro meses desde a denúncia, feita em fevereiro. Moraes afirmou que Figueiredo já tinha conhecimento da acusação por meio de vídeos que ele mesmo publicou, o que torna a notificação válida. Como ele não indicou um advogado, a Defensoria Pública da União foi designada para representá-lo. A PGR não conseguiu encontrar o endereço de Figueiredo, então a notificação foi feita por edital. Ele é o único entre 34 réus que não respondeu à acusação, que foi dividida em cinco grupos. A PGR alega que Figueiredo pressionou os comandantes das Forças Armadas a apoiar a tentativa de golpe, enquanto ele diz que apenas relatou os fatos sobre o Exército.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), notificou o economista Paulo Figueiredo Filho sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) que o acusa de tentar promover um golpe de Estado no Brasil. A notificação foi realizada nesta segunda-feira, após Figueiredo, que reside nos Estados Unidos, não ter apresentado defesa em mais de quatro meses desde a acusação, feita em fevereiro.

Moraes destacou que Figueiredo tomou conhecimento da denúncia por meio de vídeos que publicou, nos quais comenta a acusação. O ministro afirmou que a ciência da acusação por parte do economista elimina qualquer prejuízo relacionado à notificação. “A ciência inequívoca do acusado indica a ausência de qualquer prejuízo na realização de sua notificação”, escreveu Moraes em sua decisão.

Como Figueiredo não indicou um advogado, a Defensoria Pública da União (DPU) foi designada para representá-lo. A PGR não conseguiu localizar o endereço do economista, levando Moraes a determinar que a notificação fosse feita por edital, conforme previsto na legislação. Figueiredo é o único dos 34 réus a não ter respondido à acusação, que foi dividida em cinco núcleos para facilitar a tramitação.

Acusações e Repercussões

A PGR acusa Figueiredo de pressionar os comandantes das Forças Armadas a apoiar a tentativa de golpe. Em resposta, o economista afirma que apenas relatou os acontecimentos envolvendo o alto comando do Exército brasileiro. A denúncia contra os outros 33 réus já foi recebida, enquanto Figueiredo permanece no quinto grupo devido à sua residência no exterior.

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