- Uma corte de apelações dos Estados Unidos anulou as absolvições de Hernán López e da empresa Full Play, envolvidos no escândalo de corrupção da Fifa, conhecido como “Fifagate”.
- A decisão reverteu a sentença da juíza Pamela Chen, que havia anulado as condenações em setembro de 2023.
- O caso começou em 2015, com investigações do Departamento de Justiça dos EUA sobre corrupção na Fifa e confederações sul-americanas.
- Em março de 2023, um júri considerou ambos culpados de fraude eletrônica e conspiração para lavagem de dinheiro, com penas que poderiam chegar a 40 anos de prisão para López.
- A corte concluiu que as condutas de López e da Full Play se enquadravam na lei de corrupção, ordenando novos processos.
Uma corte de apelações dos Estados Unidos anulou, nesta quarta-feira, as absolvições de Hernán López, ex-executivo da 21st Century Fox, e da empresa Full Play, envolvidos no escândalo de corrupção da Fifa, conhecido como “Fifagate”. A decisão reverteu a sentença da juíza Pamela Chen, que havia anulado as condenações em setembro de 2023.
O caso remonta a 2015, quando o Departamento de Justiça dos EUA iniciou investigações sobre um esquema de corrupção que envolvia dirigentes da Fifa e confederações sul-americanas. A corte de apelações concluiu que as condutas de López e da Full Play se enquadravam na lei de corrupção, ordenando novos processos.
Em março de 2023, um júri popular havia considerado ambos culpados de fraude eletrônica e conspiração para lavagem de dinheiro, resultando em penas que poderiam chegar a 40 anos de prisão para López e multas significativas para a Full Play. Contudo, a juíza Chen aplicou uma decisão da Suprema Corte que limitou a aplicação da fraude eletrônica a subornos comerciais no exterior, levando à anulação das condenações.
O “Fifagate” é um dos maiores escândalos de corrupção no futebol, com investigações que começaram em 1991, impulsionadas por delações de Chuck Blazer, ex-membro do Comitê Executivo da Fifa. Desde então, muitos dirigentes e executivos de marketing se declararam culpados, enquanto outros enfrentaram processos judiciais ou faleceram.
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