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Favorito do PT se aproxima de empreiteiros e evita ações na Lava Jato

Edinho Silva se destaca como favorito na eleição interna do PT, após arquivamento de investigações que duraram oito anos.

Edinho Silva, durante a campanha eleitoral de 2014 (Foto: Sérgio Lima - 27.ago.14/Folhapress)
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  • Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara (SP), é o favorito na eleição interna do Partido dos Trabalhadores (PT) para a presidência nacional, marcada para este domingo (6).
  • Ele enfrentou investigações da Operação Lava Jato e foi denunciado em 2017 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposta participação em organização criminosa durante a campanha presidencial de 2014.
  • Recentemente, Edinho obteve o trancamento de uma investigação sobre doações ao PT, que durou oito anos, com a Justiça Eleitoral do Distrito Federal decidindo pelo arquivamento.
  • O Supremo Tribunal Federal (STF) também arquivou investigações anteriores sem apresentar acusações formais contra ele.
  • Edinho continua sua trajetória política sem processos criminais em andamento, mantendo sua influência dentro do PT.

Edinho Silva, ex-prefeito de Araraquara (SP), é o favorito na eleição interna do PT para o comando nacional do partido, marcada para este domingo (6). O político, que já enfrentou diversas investigações relacionadas à Operação Lava Jato, conseguiu recentemente o trancamento de uma apuração sobre doações ao PT, que se arrastava há oito anos.

Em 2017, Edinho foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por supostamente integrar uma organização criminosa durante a campanha presidencial de 2014. Ele foi alvo de investigações que incluíram buscas relacionadas ao grupo J&F, proprietário da JBS. Apesar do desgaste, Edinho manteve sua relevância no partido, superando as adversidades que outros petistas não conseguiram.

Em 2024, a Justiça Eleitoral do Distrito Federal decidiu arquivar a investigação sobre doações da empreiteira UTC ao PT, após a defesa de Edinho alegar violação do princípio da duração razoável do processo. O Supremo Tribunal Federal (STF) também havia arquivado investigações anteriores que envolviam o ex-prefeito, destacando que nenhuma acusação formal foi apresentada contra ele.

Durante sua atuação na campanha de 2014, Edinho foi o coordenador financeiro, papel que o expôs a uma série de investigações. Em depoimentos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele detalhou sua relação com empresários e a busca por financiamento eleitoral, enfatizando que todas as doações eram legais e auditadas.

A defesa de Edinho afirma que, após anos de apuração, todas as investigações foram arquivadas sem qualquer acusação. O ex-prefeito continua sua trajetória política sem processos criminais em andamento, reafirmando sua posição dentro do PT e sua influência nas decisões do partido.

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