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Bacellar se encontra com Flávio Bolsonaro após demissão de secretário no Rio

Rodrigo Bacellar demitiu Washington Reis, intensificando divisões na base governista e buscando apoio para a candidatura em 2026.

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), de branco, em almoço com o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), em Búzios, na Região dos Lagos. (Foto: Agência O Globo/04-07-2025)
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  • O governador interino do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, demitiu o secretário estadual de Transportes, Washington Reis, sem autorização do governador Cláudio Castro, que está fora do país.
  • A demissão, ocorrida na quinta-feira, 3, gerou tensões na base governista e preocupações sobre a capacidade de Bacellar de manter alianças políticas.
  • Na sexta-feira, 4, Bacellar se reuniu com o senador Flávio Bolsonaro e prefeitos da Região dos Lagos para buscar apoio para sua candidatura ao governo em 2026.
  • A exoneração de Reis provocou reações adversas, com apoio a Reis vindo de líderes do PL, como o deputado Sóstenes Cavalcante.
  • Reis afirmou que a demissão não tem valor e planeja discutir sua situação com Castro ao retornar, enquanto Bacellar tenta consolidar sua influência política.

Governador interino do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (União) demitiu o secretário estadual de Transportes, Washington Reis (MDB), sem a autorização do governador Cláudio Castro (PL), que está em viagem ao exterior. A decisão, tomada na quinta-feira, 3, gerou tensões na base governista e levantou preocupações sobre a capacidade de Bacellar de manter alianças políticas para as eleições de 2026.

Na sexta-feira, 4, Bacellar se reuniu com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e prefeitos da Região dos Lagos, buscando apoio para sua candidatura ao governo. O encontro ocorreu em um restaurante em Búzios e faz parte de uma agenda de eventos na região. A demissão de Reis, considerado um adversário político, acirrou as divisões dentro do governo, com aliados de Bacellar tentando deslegitimar Reis, que já se aproximou do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD).

A exoneração de Reis foi publicada em edição extraordinária do Diário Oficial e provocou reações adversas entre lideranças do PL. O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ) manifestou apoio a Reis, chamando-o de “futuro governador”. Críticas à postura de Bacellar também vieram do senador Carlos Portinho (PL-RJ), que afirmou que a demissão causou desunião na base.

Reis, por sua vez, declarou que a demissão não tem valor e planeja discutir sua situação com Castro ao retornar. Ele continua a buscar apoio político em Duque de Caxias, seu reduto eleitoral, enquanto Bacellar tenta consolidar sua influência associando-se ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A situação política no Rio de Janeiro se torna cada vez mais complexa, com a possibilidade de Reis se candidatar ao governo e a polarização entre Bacellar e Paes se intensificando.

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