- A defesa de Roberto Jefferson solicitou a troca de sua tornozeleira eletrônica, alegando desconforto.
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a saída de Jefferson da prisão domiciliar em 2 de julho para realizar a troca.
- O advogado de Jefferson afirmou que o aperto do dispositivo poderia agravar sua saúde, já debilitada.
- Jefferson foi preso em 2022 durante a operação das milícias digitais e passou por internações hospitalares.
- Em dezembro de 2024, ele foi condenado a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por crimes como calúnia e incitação ao crime.
A defesa do ex-deputado federal Roberto Jefferson, ex-dirigente do PTB, solicitou a troca de sua tornozeleira eletrônica, alegando que o dispositivo estava “apertando seu pé”. O pedido foi atendido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a saída de Jefferson da prisão domiciliar em 2 de julho para realizar o procedimento.
O advogado de Jefferson destacou que o aperto da tornozeleira poderia agravar seu já debilitado estado de saúde. O ex-deputado, que passou dois anos sob custódia, foi preso em 2022 durante o inquérito das milícias digitais, após resistir à operação da Polícia Federal com granadas e disparos de fuzil. Desde então, sua saúde deteriorou-se, levando a internações em hospitais.
Condenação e Detalhes da Prisão
Em dezembro de 2024, Jefferson foi condenado a nove anos, um mês e cinco dias de prisão por crimes como calúnia, homofobia e incitação ao crime. O relator do processo, Moraes, afirmou que o ex-deputado utilizou recursos do PTB para disseminar informações falsas que ameaçavam a independência dos Poderes Legislativo e Judiciário.
Após um período de internação em um hospital particular no Rio de Janeiro, Jefferson recebeu alta e foi colocado em prisão domiciliar em maio de 2023, por razões humanitárias. Sua situação continua a ser monitorada, e a troca da tornozeleira eletrônica é um desdobramento recente em seu caso.
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