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Governo intensifica segurança em presídio de Mossoró após fuga de detentos do CV

Ministério da Justiça investe R$ 28,6 milhões em segurança após fuga de detentos, incluindo drones e muralha na Penitenciária Federal.

Penitenciária Federal de Mossoró: medidas pós-fuga (Foto: Secretaria de Justiça e Cidadania do RN)
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  • O Ministério da Justiça implementou novas medidas de segurança na Penitenciária Federal em Mossoró (RN) após a fuga de dois detentos em 2022.
  • As melhorias incluem um posto de inspeção com reconhecimento facial, drones para monitoramento e a construção de uma muralha.
  • O investimento totaliza R$ 28,6 milhões, com R$ 400 mil destinados a equipamentos de monitoramento, incluindo dois drones e mais de 230 dispositivos.
  • A entrega da blindagem do posto de segurança e a modernização da infraestrutura elétrica estão previstas para o próximo mês.
  • A construção da muralha, atualmente na fase de fundação, deve ser concluída até julho de 2026.

Quase um ano e meio após a fuga de dois detentos da Penitenciária Federal em Mossoró (RN), o Ministério da Justiça implementou novas medidas de segurança na unidade. As ações incluem um posto de inspeção com reconhecimento facial, drones para monitoramento e a construção de uma muralha. O investimento totaliza R$ 28,6 milhões.

Entre as melhorias, destaca-se a instalação de um novo posto de inspeção, que conta com cinco catracas equipadas com tecnologia de reconhecimento facial. Além disso, foram adquiridos dois drones com câmeras térmicas e 50 novos equipamentos de alta definição, totalizando mais de 230 dispositivos para monitoramento. O custo dessas medidas foi de aproximadamente R$ 400 mil.

A Secretaria Nacional de Políticas Penais prevê a entrega da blindagem do posto de segurança e a modernização da infraestrutura elétrica do presídio até o próximo mês. A construção da muralha, que está na fase de fundação, deve ser concluída até julho de 2026. A fuga dos detentos, que pertenciam ao Comando Vermelho, resultou em uma operação de busca que durou 50 dias e custou ao governo mais de R$ 6 milhões.

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