- Filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT) votam neste domingo, 6, para eleger o novo presidente e dirigentes estaduais e municipais.
- Esta é a primeira vez em doze anos que o partido realiza o Processo de Eleição Direta (PED).
- A votação será feita por cédulas de papel, após tribunais regionais negarem o uso de urnas eletrônicas.
- A decisão de usar cédulas é vista como irônica, considerando as críticas do ex-presidente Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas.
- O novo presidente sucederá Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo em março para assumir a Secretaria de Relações Institucionais do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT) vão às urnas neste domingo, 6, para eleger o novo presidente da sigla e os dirigentes estaduais e municipais. Esta é a primeira vez em doze anos que o partido realiza o Processo de Eleição Direta (PED). A votação será feita por cédulas de papel, após a recusa de vários tribunais regionais em disponibilizar urnas eletrônicas.
A decisão de utilizar cédulas de papel é considerada irônica, uma vez que o ex-presidente Jair Bolsonaro criticou as urnas eletrônicas durante seu mandato. A solicitação do PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o empréstimo dos equipamentos foi negada por tribunais regionais de pelo menos quatro estados, que alegaram dificuldades logísticas e falta de segurança.
A direção do PT havia cogitado um modelo híbrido de votação, mas optou por uniformizar o processo com o uso de cédulas em todo o país. O novo presidente da legenda será o sucessor de Gleisi Hoffmann, que deixou o cargo em março para assumir a Secretaria de Relações Institucionais do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O senador Humberto Costa (PT-PE) assumiu interinamente a presidência até a nova eleição.
A escolha do novo líder do PT é crucial, pois definirá os rumos da legenda para as eleições de 2026. A expectativa é alta entre os filiados, que buscam um direcionamento claro para o futuro do partido.
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