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Professor do caso Justus fica de fora do Comitê Gestor da Internet

Marcos Dantas, ex-professor da UFRJ, gera polêmica ao sugerir guilhotina para filha de Roberto Justus e é repudiado pela universidade.

Comitê Gestor da Internet tem membros eleitos e não é órgão federal de censura (Foto: Reprodução/X)
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  • Marcos Dantas, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), gerou polêmica ao sugerir que a filha de Roberto Justus deveria ser colocada na guilhotina, em um comentário nas redes sociais.
  • O comentário, que Dantas afirmou ser uma “metáfora”, foi uma resposta a uma foto da criança usando uma bolsa de grife avaliada em R$ 14 mil.
  • A UFRJ repudiou as declarações de Dantas, ressaltando que suas opiniões não refletem a posição da instituição.
  • Dantas se aposentou em 2022 e não faz mais parte do Comitê Gestor da Internet (CGI) desde agosto de 2023.
  • Após a repercussão negativa, ele pediu desculpas a Justus, explicando que sua declaração se referia à Revolução Francesa e à desigualdade social.

Marcos Dantas, ex-professor da UFRJ, gerou polêmica ao sugerir, em um comentário nas redes sociais, que a filha de Roberto Justus deveria ser colocada na guilhotina. O comentário, que Dantas alegou ser uma “metáfora”, provocou forte repercussão e levou a UFRJ a repudiar suas declarações.

Dantas, que se aposentou em 2022 e não é mais membro do Comitê Gestor da Internet (CGI) desde agosto de 2023, fez a declaração em resposta a uma foto da filha de Justus, de cinco anos, usando uma bolsa de grife avaliada em R$ 14 mil. O comentário viralizou, alcançando mais de 103 mil visualizações, e gerou críticas à sua figura, com muitos associando o CGI a um “gabinete da censura”.

O CGI, criado em 2003, não é um órgão governamental, embora tenha representantes do governo. Suas atribuições incluem definir diretrizes para o uso da internet e promover discussões sobre regulamentação de redes sociais. A UFRJ destacou que as opiniões de Dantas não refletem a posição da instituição e que ele se aposentou há mais de um ano.

Após a repercussão negativa, Dantas pediu desculpas a Justus, afirmando que seu comentário era uma referência simbólica à Revolução Francesa e à desigualdade social. A universidade reiterou que as postagens do professor expressam apenas suas opiniões pessoais e não têm relação com sua atuação acadêmica.

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