- Santiago Abascal, líder do Vox, criticou o governo de Pedro Sánchez durante intervenção no Congresso dos Deputados.
- Chamou o governo de “mafia” e “corrupto”, atacando um plano estatal contra a corrupção proposto por Sánchez.
- Propôs a deportação de sete a oito milhões de imigrantes, incluindo aqueles de segunda geração nascidos na Espanha.
- Abascal afirmou que a política de imigração do governo é ineficaz e que muitos imigrantes não se adaptaram aos costumes espanhóis.
- O discurso gerou reações diversas entre os parlamentares, refletindo a polarização política sobre imigração e corrupção na Espanha.
Santiago Abascal, líder do Vox, fez uma contundente intervenção no Congresso dos Deputados, onde criticou o governo de Pedro Sánchez, chamando-o de “mafia” e “corrupto”. Durante seu discurso, Abascal não apenas atacou a proposta de um plano estatal contra a corrupção apresentada por Sánchez, mas também sugeriu a deportação de sete a oito milhões de imigrantes, incluindo aqueles de segunda geração, nascidos na Espanha.
Abascal destacou que a política de imigração do governo é ineficaz e que a solução para a “imigração massiva” é a deportação. Ele afirmou que muitos imigrantes não se adaptaram aos costumes espanhóis e que isso tem gerado insegurança em diversas comunidades. O líder do Vox criticou ainda a postura do governo em relação a casos de assédio, insinuando hipocrisia em suas lições sobre feminismo.
A proposta de deportação, defendida por sua porta-voz demográfica, Rocío de Meer, foi um dos pontos centrais de sua fala. Ela argumentou que a presença de milhões de imigrantes recentes representa um desafio à integração cultural. Abascal, por sua vez, reafirmou que todos os que cometeram crimes devem ser expulsos do país, sem especificar números exatos.
Ao final de sua intervenção, Abascal reiterou que tanto o Partido Popular quanto o PSOE são responsáveis pela situação atual, afirmando que ambos representam “atores distintos de uma mesma comédia”. O discurso provocou reações diversas entre os parlamentares, refletindo a polarização política em torno da imigração e da corrupção na Espanha.
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