- Eduardo Bolsonaro criticou o encontro do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com o representante dos Estados Unidos, Gabriel Escobar.
- O deputado afirmou que acordos sem avanços democráticos são ineficazes e prejudiciais.
- Tarcísio busca diálogo com empresas para soluções para o estado e destacou a responsabilidade de quem governa.
- Eduardo mencionou que acordos sem um primeiro passo em direção à democracia seriam considerados como um “acordo caracu”.
- Ele lamentou a possibilidade de tratar uma ditadura como uma democracia e defendeu uma “anistia ampla, geral e irrestrita” como justificativa para tais acordos.
O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou o encontro do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com o representante dos EUA, Gabriel Escobar. Em suas redes sociais, Eduardo afirmou que acordos sem avanços democráticos são ineficazes e podem ser prejudiciais.
A declaração de Eduardo ocorreu após Tarcísio anunciar a intenção de abrir diálogo com empresas paulistas, buscando soluções efetivas para o estado. O governador enfatizou que a responsabilidade é de quem governa e que narrativas não resolvem problemas. Em resposta, Eduardo Bolsonaro sugeriu que qualquer acordo sem um primeiro passo em direção à democracia seria visto como um “acordo caracu”, referindo-se a tentativas anteriores que não tiveram sucesso.
Eduardo também mencionou que a retirada das tarifas de 50% anunciadas por Donald Trump poderia resultar em uma eleição sem oposição no próximo ano. Ele lamentou a possibilidade de tratar uma ditadura como se fosse uma democracia, ressaltando que apenas uma “anistia ampla, geral e irrestrita” poderia justificar tais acordos.
O encontro entre Tarcísio e Escobar gerou descontentamento em Eduardo, que expressou sua irritação com a postura do governador. No entanto, aliados de Tarcísio afirmam que a relação entre os dois é boa, destacando uma conversa amistosa por vídeo na véspera do aniversário de Eduardo.
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