- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou insatisfação com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante encontro no Palácio da Alvorada.
- Lula criticou as políticas de Trump, afirmando que suas ações buscavam agradar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O presidente brasileiro destacou que a proposta de tarifas de Trump não tem base técnica, já que os EUA têm superávit comercial com o Brasil.
- Lula mencionou a influência de Eduardo Bolsonaro nas decisões de Trump, afirmando que ele foi quem “fez a cabeça do Trump”.
- O encontro também abordou a nomeação de Marluce Caldas como nova ministra do Superior Tribunal de Justiça, ressaltando a importância de um judiciário que atenda às demandas da sociedade.
Durante um encontro no Palácio da Alvorada, nesta quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua insatisfação com o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento teve como foco a nomeação de Marluce Caldas como nova ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Lula criticou as políticas de Trump, afirmando que suas ações eram uma tentativa de “agradar o Bolsonaro”. O presidente brasileiro destacou que o tarifaço proposto por Trump carece de sustentação técnica, uma vez que os EUA apresentam superávit comercial com o Brasil. Ele também mencionou a influência de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, nas decisões de Trump, afirmando que foi ele quem “fez a cabeça do Trump”.
Essa declaração reflete a postura crítica de Lula em relação à administração anterior dos EUA e suas repercussões nas relações comerciais entre os dois países. O encontro, que também contou com a presença de políticos alagoanos, foi uma oportunidade para Lula reafirmar sua posição sobre a importância de uma política externa que priorize os interesses brasileiros.
A nomeação de Marluce Caldas para o STJ é um passo significativo na composição do tribunal, e Lula aproveitou a ocasião para discutir a necessidade de um judiciário que atenda às demandas da sociedade. A irritação do presidente com Trump e a menção ao papel de Eduardo Bolsonaro revelam a complexidade das relações diplomáticas e comerciais que o Brasil enfrenta atualmente.
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