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Ministro afirma que PDT não se divide do governo, mas reconhece demandas pendentes

Ministro da Previdência, Wolney Queiroz, afirma que independência do PDT nas votações visa maior atenção do governo Lula a demandas do partido.

Novo Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz. (Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo)
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  • O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, afirmou que não há divisão entre o PDT e o governo Lula.
  • A declaração de independência dos deputados do PDT nas votações é uma estratégia para exigir mais atenção do governo.
  • Queiroz destacou que sua nomeação foi apoiada pelas lideranças do partido e que a independência não significa oposição.
  • O ministro comentou sobre a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), prevista para o segundo semestre.
  • Ele acredita que a investigação pode ajudar a esclarecer a situação e reverter danos políticos ao governo.

O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, do PDT, afirmou nesta sexta-feira que não há um racha entre o partido e o governo Lula, apesar das tensões recentes. Segundo ele, a declaração de independência dos deputados do PDT nas votações da Câmara é uma estratégia para exigir mais atenção do governo em relação a demandas não atendidas.

Queiroz, que assumiu o ministério após a exoneração de Carlos Lupi, destacou que a escolha foi respaldada pelas lideranças do partido. Ele afirmou que, antes de sua nomeação, se reuniu com os líderes das bancadas do Senado e da Câmara, recebendo apoio. O ministro enfatizou que a independência nas votações não significa oposição, mas sim uma forma de sinalizar a necessidade de mais recursos para estados e municípios.

Relação com o Governo

O ministro também comentou sobre a CPMI que investigará fraudes no INSS, prevista para o segundo semestre. Queiroz vê a comissão como uma oportunidade para o governo demonstrar seu compromisso no combate a irregularidades. Ele mencionou que os responsáveis por omissões em alertas internos devem ser convocados, citando nomes como o procurador-geral do INSS e o ex-diretor de Benefícios.

Em relação aos impactos eleitorais do escândalo, Queiroz reconheceu que há um desgaste político, mas acredita que a investigação pode mostrar que o governo Lula não foi o responsável pelo início das fraudes. Ele afirmou que o governo está comprometido em reverter os danos e que a exposição na CPI será crucial para esclarecer a situação.

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