- Representantes do Brasil e da União Europeia (UE) afirmaram que não haverá reabertura das negociações do acordo comercial entre os blocos, apesar das pressões da França.
- O chefe adjunto da delegação da UE no Brasil, Jean-Pierre Bou, destacou que a fase de negociação está encerrada e que o tratado é moderno em questões ambientais.
- A revisão jurídica e as traduções do acordo estão em fase final, com expectativa de assinatura até dezembro, antes do fim da presidência brasileira do Mercosul.
- O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, confirmou a intenção do Brasil de assinar o acordo neste prazo e ressaltou as garantias ambientais do tratado.
- O acordo envolve Argentina, Paraguai, Uruguai e a futura adesão da Bolívia, sendo considerado um passo importante para fortalecer as relações comerciais entre os blocos.
Representantes do Brasil e da União Europeia (UE) afirmaram nesta sexta-feira, 11, que não haverá reabertura das negociações do acordo comercial entre os dois blocos, apesar das pressões da França. O chefe adjunto da delegação da UE no Brasil, Jean-Pierre Bou, destacou que o acordo foi negociado por um longo período e considerou que essa fase está encerrada. Bou enfatizou que o tratado é um dos mais modernos em questões ambientais e que as divergências internas da UE podem ser resolvidas.
O diplomata explicou que a revisão jurídica e as traduções do acordo estão em fase final, com a expectativa de assinatura até dezembro, antes do término da presidência brasileira do Mercosul. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, também confirmou a intenção do Brasil de assinar o acordo neste prazo.
Rua ressaltou que as garantias ambientais contidas no tratado são adequadas e lembrou que o Brasil já cumpre as normas sanitárias da UE, além de ter reduzido o desmatamento na Amazônia nos últimos dois anos. O acordo, que envolve Argentina, Paraguai, Uruguai e a futura adesão da Bolívia, é visto como um passo importante para fortalecer as relações comerciais entre os blocos.
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