- Circula nas redes sociais uma informação falsa sobre um suposto acordo comercial de 20 anos entre Brasil e China, em resposta às tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos.
- A presidência do Brasil, sob Luiz Inácio Lula da Silva, desmentiu a alegação, afirmando que a declaração atribuída ao presidente é falsa.
- A assessoria de imprensa da presidência esclareceu que a China se manifestou sobre as tarifas apenas após a divulgação do post enganoso.
- A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou que “tarifas não deveriam ser uma ferramenta de coerção, intimidação ou interferência”.
- O governo brasileiro continua a buscar alternativas comerciais para mitigar os impactos das tarifas americanas e fortalecer laços com outros países, especialmente com a China.
Circula nas redes sociais uma informação falsa sobre um suposto acordo comercial de 20 anos entre Brasil e China, em resposta às tarifas de 50% impostas aos produtos brasileiros pelos Estados Unidos. A presidência do Brasil, sob o comando de Luiz Inácio Lula da Silva, desmentiu a alegação, afirmando que a declaração atribuída ao presidente é falsa.
A assessoria de imprensa da presidência esclareceu que a China se manifestou sobre as tarifas apenas após a divulgação do post enganoso. Em uma entrevista, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, afirmou que “tarifas não deveriam ser uma ferramenta de coerção, intimidação ou interferência”, referindo-se ao contexto das tarifas americanas.
O governo brasileiro tem buscado fortalecer laços comerciais com diversos países, especialmente com a China, que é um dos principais parceiros comerciais do Brasil. O aumento das tarifas pelos EUA, anunciado por Donald Trump, gerou preocupações e levou a uma busca por alternativas comerciais.
A desinformação sobre o acordo comercial ressalta a importância de verificar as fontes antes de compartilhar informações nas redes sociais. O governo brasileiro continua a trabalhar em estratégias para mitigar os impactos das tarifas e fortalecer sua posição no comércio internacional.
Entre na conversa da comunidade