- A crise do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) aumentou após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspender decretos do governo Lula que elevavam as alíquotas do imposto.
- A audiência de conciliação, marcada para 15 de outubro, contará com a ausência dos presidentes da Câmara e do Senado, que serão representados por advogados.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, será representado por Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva, enquanto Davi Alcolumbre, presidente do Senado, também não deve comparecer.
- O governo defende a manutenção do decreto, enquanto os partidos PL e PSOL, que questionam a medida, participarão da audiência.
- A Advocacia-Geral da União (AGU) busca validar os decretos, e a decisão de Moraes pode impactar a política fiscal do governo e a relação entre os Poderes.
A crise em torno do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) se intensificou após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspender decretos do governo Lula que aumentavam as alíquotas do imposto. A audiência de conciliação marcada para esta terça-feira, 15 de outubro, deve ser marcada pela ausência dos presidentes da Câmara e do Senado, que serão representados por advogados.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, não comparecerá e será representado pelo advogado Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva. A expectativa é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também não esteja presente, segundo fontes próximas. Moraes convocou a audiência para discutir a crise entre os Poderes, após derrubar, em 4 de julho, tanto o decreto que aumentava o IOF quanto a decisão do Congresso que suspendia essa medida.
O governo Lula defende a manutenção do decreto, enquanto o PL e o PSOL, autores de ações sobre o tema, também participarão da audiência. O PL será representado pelos líderes do partido na Câmara e no Senado, Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho, respectivamente. O PSOL contará com sua equipe jurídica.
A situação é complexa, com ações judiciais em andamento que contestam tanto o aumento do IOF quanto a validade do decreto legislativo que o sustenta. A Advocacia-Geral da União (AGU) busca validar os decretos, enquanto o PSOL questiona a derrubada das medidas pelo Congresso. A expectativa é que Moraes tome uma decisão que poderá impactar significativamente a política fiscal do governo e a relação entre os Poderes.
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