- Os Estados Unidos deportaram cinco imigrantes de diferentes nacionalidades para Eswatini, classificados como “criminosos estrangeiros”.
- Os deportados são cidadãos de Cuba, Jamaica, Vietnã, Laos e Iémen, com condenações por crimes graves, incluindo homicídio e abuso sexual de menores.
- A deportação ocorreu após os países de origem se recusarem a aceitar os deportados.
- O governo de Eswatini confirmou a chegada dos deportados, que estão em instalações isoladas e receberão apoio da Organização Internacional para as Migrações para retornar a seus países.
- Esta ação é parte da política de deportação da administração Trump, que busca expulsar imigrantes ilegais e já enviou deportados para outros países em crise.
Os Estados Unidos deportaram cinco imigrantes de diversas nacionalidades para Eswatini, um pequeno país no sul da África. A ação ocorreu após os países de origem dos deportados se recusarem a aceitá-los. O governo Trump classificou os expulsos como “criminosos estrangeiros”.
Os deportados incluem cidadãos de Cuba, Jamaica, Vietnã, Laos e Iémen, com condenações por crimes graves, como homicídio e abuso sexual de menores. A secretária adjunta de Segurança Nacional dos EUA, Tricia McLaughlin, descreveu os deportados como “monstros depravados” que teriam “terrorizaram comunidades americanas”.
Situação em Eswatini
O governo de Eswatini confirmou a chegada dos deportados, que estão em instalações isoladas e serão repatriados. A porta-voz do governo, Thabile Mduli, afirmou que os indivíduos estão “em trânsito” e receberão apoio da Organização Internacional para as Migrações para retornar a seus países de origem.
A deportação foi resultado de meses de negociações entre os EUA e Eswatini, que consideraram rigorosas avaliações de risco. O país, governado por Mswati III desde 1986, enfrenta críticas por violações de direitos humanos e condições de pobreza.
Contexto das Deportações
A deportação para Eswatini segue uma política mais ampla da administração Trump, que tem priorizado a expulsão de imigrantes ilegais. Recentemente, o governo americano também enviou deportados para países como Sudão do Sul e está em negociações com outras nações, como Ruanda e Angola.
O Tribunal Supremo dos EUA autorizou a administração a prosseguir com essas deportações, que incluem o envio de migrantes para países em crise. A pressão para combater a imigração irregular tem sido um tema central na política americana, refletindo a postura rigorosa da atual administração.
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