- A Administração de Combate às Drogas dos Estados Unidos (DEA) apreendeu mais de US$ 10 milhões em criptomoedas e drogas em uma operação contra o cartel de Sinaloa.
- A ação, divulgada em 15 de julho de 2025, resultou em várias prisões e na morte de um suposto operador financeiro do cartel.
- As apreensões ocorreram em Miami e fazem parte de uma ofensiva nacional que já confiscou 44 milhões de comprimidos de fentanil e mais de 29 mil quilos de metanfetamina desde janeiro.
- O administrador interino da DEA, Robert Murphy, afirmou que a agência está intensificando as ações contra os cartéis.
- A operação ocorre após Ovidio Guzmán López, filho de Joaquín “El Chapo” Guzmán, se declarar culpado por tráfico de drogas em Chicago.
Agentes da DEA (Administração de Combate às Drogas dos Estados Unidos) realizaram uma operação significativa contra o cartel de Sinaloa, apreendendo mais de US$ 10 milhões em criptomoedas e grandes quantidades de drogas. A ação, divulgada nesta terça-feira, 15, resultou em várias prisões e na morte de um suposto operador financeiro do cartel.
As apreensões ocorreram em Miami e fazem parte de uma ofensiva nacional que, desde janeiro, já confiscou 44 milhões de comprimidos de fentanil e mais de 29 mil quilos de metanfetamina. O administrador interino da DEA, Robert Murphy, destacou que a agência está atacando os cartéis de forma contundente, com foco em prisões e apreensões. Em Galveston, Texas, foram encontrados 770 quilos de metanfetamina escondidos em um veículo, avaliados em US$ 15 milhões.
A Brutalidade do Cartel
O cartel de Sinaloa, classificado como organização terrorista global, é conhecido por sua violência extrema e uso de tecnologia em atividades criminosas. Recentemente, o grupo contratou um hacker para invadir sistemas de segurança na Cidade do México, visando localizar e eliminar informantes do FBI. A escalada de brutalidade do cartel foi evidenciada por um incidente em junho, quando vinte corpos foram encontrados pendurados em uma ponte, refletindo a disputa entre facções rivais.
A ofensiva da DEA ocorre em um momento crítico, após Ovidio Guzmán López, filho de Joaquín “El Chapo” Guzmán, ter se declarado culpado por tráfico de drogas em Chicago. Enquanto isso, seu pai cumpre prisão perpétua nos EUA desde 2019. A morte de Norberto “N”, conhecido como “El 30”, durante um confronto no México, também destaca a violência associada ao cartel.
Entre na conversa da comunidade