- Republicanos no Senado dos Estados Unidos decidiram manter o financiamento do programa Pepfar, que combate o HIV/Aids globalmente.
- Foi retirado um corte proposto de 400 milhões de dólares.
- A decisão faz parte de um esforço maior para reduzir gastos governamentais, que inclui um pacote de cortes de 9 bilhões de dólares em outras áreas.
- A emenda para preservar o Pepfar será votada novamente na Câmara dos Representantes antes do prazo de sexta-feira.
- O diretor do Escritório de Gestão e Orçamento, Russell Vought, afirmou que a Casa Branca apoia a emenda, indicando que o presidente Donald Trump pode sancioná-la.
Republicanos no Senado dos EUA decidiram preservar o financiamento do programa Pepfar, que combate o HIV/Aids globalmente, retirando um corte proposto de 400 milhões de dólares. Essa decisão ocorre em meio a um esforço mais amplo para reduzir gastos governamentais, que inclui um pacote de cortes de 9 bilhões de dólares em outras áreas.
A proposta de manter o Pepfar foi incluída em uma emenda a um pacote de rescisões, que permite aos legisladores cancelar financiamentos previamente aprovados. Além do Pepfar, as rescisões também afetariam recursos destinados a ajuda internacional e à radiodifusão pública. Se a emenda for aprovada, o projeto retornará à Câmara dos Representantes para nova votação antes do prazo de sexta-feira.
Vários senadores de ambos os partidos expressaram preocupação com os cortes no Pepfar, que foi criado durante a presidência de George W. Bush e é creditado por salvar milhões de vidas em todo o mundo. O líder da maioria no Senado, John Thune, destacou o “grande interesse” em manter o financiamento do programa. A senadora Susan Collins, do Maine, manifestou satisfação com a remoção dos cortes, embora não tenha confirmado se isso garantirá seu apoio ao projeto.
O diretor do Escritório de Gestão e Orçamento, Russell Vought, afirmou que a Casa Branca apoia a emenda do Senado, indicando que o presidente Donald Trump estaria disposto a sancioná-la. A administração Trump tem promovido cortes significativos em programas de assistência humanitária, o que resultou em reduções drásticas em clínicas de HIV/Aids na África do Sul e em outros países, causando escassez de medicamentos e cuidados essenciais.
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