- Filipe Martins, ex-auxiliar de Jair Bolsonaro, e Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens do presidente, estão sendo investigados pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), interrogou apenas uma testemunha de defesa de Martins, o general Marco Edson Gonçalves Dias.
- O depoimento do general foi o único realizado na audiência, que teve que ser reagendada para 21 de julho devido à ausência da maioria das testemunhas.
- Martins apresentou uma lista com 21 testemunhas, incluindo senadores e deputados, mas a maioria não compareceu.
- O STF também ouvirá as testemunhas de defesa de Marcelo Costa Câmara nas próximas audiências.
Filipe Martins, ex-auxiliar de Jair Bolsonaro, e Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens do presidente, estão sob investigação relacionada aos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, interrogou apenas uma testemunha de defesa de Martins, o general Marco Edson Gonçalves Dias, e reagendou os depoimentos para 21 de julho devido à ausência da maioria das testemunhas.
O depoimento do general Gonçalves Dias, que foi chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante os ataques, foi o único a ocorrer na audiência. Martins havia apresentado uma lista extensa com 21 testemunhas, incluindo senadores, deputados e diplomatas, mas a maioria não compareceu. A falta de comparecimento levou Moraes a reagendar as audiências, buscando garantir que Martins tenha a oportunidade de apresentar sua defesa de forma mais robusta.
Além de Martins, o STF também ouvirá as testemunhas de defesa de Marcelo Costa Câmara. A situação levanta questões sobre a mobilização de figuras políticas e militares em torno do caso, que continua a ser um foco de atenção no cenário político brasileiro. As próximas audiências prometem trazer novos desdobramentos sobre a investigação e o papel dos réus nos eventos de janeiro.
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