- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando demitir Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed).
- Trump expressou insatisfação com a manutenção das taxas de juros e as reformas na sede do Fed, que custam R$ 2,5 bilhões.
- Durante uma reunião no Salão Oval, Trump discutiu a demissão com legisladores republicanos, que apoiaram a ideia.
- Apesar do apoio, Trump afirmou que a demissão é “altamente improvável” sem evidências de fraude.
- A legislação que criou o Fed exige “justa causa” para a remoção de seus membros, e Powell tem mandato até 2026.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando a demissão de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), após discussões com legisladores republicanos. A insatisfação de Trump com a manutenção das taxas de juros e as reformas na sede do Fed têm alimentado rumores sobre a possível mudança. Embora Trump tenha afirmado que a demissão é “altamente improvável” sem evidências de fraude, a situação permanece tensa.
Durante uma reunião no Salão Oval, Trump consultou parlamentares do Partido Republicano sobre a possibilidade de afastar Powell, recebendo apoio. Um funcionário da Casa Branca revelou que a demissão poderia ocorrer em breve, mas não há um cronograma definido. A pressão sobre Powell aumentou, especialmente após críticas sobre os custos das reformas na sede do Fed, que totalizam US$ 2,5 bilhões.
A legislação que criou o Fed estabelece que seus membros só podem ser removidos por “justa causa”, o que tradicionalmente é interpretado como má conduta grave. Powell, que tem mandato até 2026, já declarou que não pode ser demitido sem justificativa legal. A recente decisão da Suprema Corte reforçou essa proteção, indicando que o presidente não pode destituir líderes do Fed à vontade.
A possibilidade de demissão de Powell gerou nervosismo nos mercados financeiros, com investidores atentos às implicações de uma mudança na liderança do Fed. Especialistas alertam que a remoção de Powell poderia desencadear uma crise institucional, afetando a estabilidade econômica dos EUA. Enquanto isso, a Casa Branca continua a monitorar a situação, com Trump buscando alinhar a política monetária às suas metas econômicas.
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