- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, teve um embate com o deputado Carlos Jordy durante a votação da PEC dos precatórios em quinze de julho.
- A discussão começou quando Jordy questionou Motta sobre um destaque do Partido Liberal, que foi retirado pelo líder da sigla, Sóstenes Cavalcante.
- Motta afirmou que “não funciono sob ameaça” durante o debate.
- A PEC foi aprovada em dois turnos, permitindo ao governo excluir gastos com precatórios do limite fiscal a partir de 2024, com retorno gradual à meta fiscal em 2027.
- No primeiro turno, a PEC teve 404 votos a favor e 67 contra; no segundo, 367 favoráveis e 97 contrários. O texto agora segue para o Senado Federal.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, teve um embate com o deputado Carlos Jordy durante a votação da PEC dos precatórios na terça-feira, 15. A discussão surgiu quando Jordy questionou Motta sobre um destaque do Partido Liberal (PL), que considerava crucial. Motta respondeu que a proposta já havia sido retirada pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante, levando a um acirrado debate entre os parlamentares.
Durante o confronto, Motta elevou o tom e afirmou: “não funciono sob ameaça”. A votação da PEC, que altera as regras fiscais do governo, foi aprovada em dois turnos, permitindo que o governo exclua os gastos com precatórios do limite de despesas do arcabouço fiscal a partir de 2024. A medida também estabelece que esses gastos voltem a ser considerados na meta fiscal em 2027, com uma incorporação gradual de 10% ao ano.
No primeiro turno, a PEC recebeu 404 votos a favor, 67 contra e três abstenções. No segundo turno, os números foram de 367 favoráveis e 97 contrários. Todos os destaques apresentados foram rejeitados, e o texto agora segue para o Senado Federal. A aprovação da PEC é vista como uma manobra significativa para o governo, que busca aliviar a pressão sobre as contas públicas em um cenário fiscal desafiador.
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