- Um terço dos eleitores bolsonaristas apoia a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como sucessora de Jair Bolsonaro, que enfrenta inelegibilidade.
- A pesquisa Genial/Quaest, realizada entre 10 e 14 de julho com 2.004 brasileiros, mostra que 22% preferem o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e 20% o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
- A disputa entre Eduardo e Tarcísio se intensificou após críticas de Eduardo sobre as negociações de Tarcísio com o governo dos Estados Unidos e o Supremo Tribunal Federal.
- Após uma conversa, Eduardo recuou nas críticas e afirmou que ambos têm boas intenções para o país.
- Jair Bolsonaro ainda não decidiu quem apoiará, mas pode considerar lançar Michelle ou apoiar um candidato que conceda indulto a ele.
Um terço dos eleitores que se identificam como bolsonaristas apoiam a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como a sucessora de Jair Bolsonaro, caso ele permaneça inelegível. A pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira, mostra que 22% dos entrevistados preferem o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e 20% optam pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Outros nomes, como o empresário Pablo Marçal, têm apenas 10% de apoio.
A pesquisa, realizada entre 10 e 14 de julho com 2.004 brasileiros, revela um cenário de disputa acirrada entre Eduardo e Tarcísio. A tensão aumentou após Eduardo criticar Tarcísio por suas negociações com o governo dos Estados Unidos e o Supremo Tribunal Federal. No entanto, após uma conversa entre os dois, Eduardo recuou e afirmou que ambos têm boas intenções para o país.
Possíveis Candidaturas
A incerteza sobre a candidatura de Jair Bolsonaro ao Planalto persiste. O ex-presidente ainda não decidiu quem apoiará, embora tenha planos de manter uma candidatura e, possivelmente, passar o bastão para seu filho. Além disso, há a possibilidade de lançar Michelle ao cargo ou apoiar um candidato de direita que se comprometa a conceder um indulto a Bolsonaro, que enfrenta processos no STF.
A pesquisa também aponta que 2% dos entrevistados acreditam que Bolsonaro não deve apoiar nenhum dos nomes citados, enquanto 5% não souberam ou não responderam. A situação política continua a evoluir, com a base de Bolsonaro buscando um caminho claro para as próximas eleições.
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