- Acionistas da Eagle Football tentaram destituir John Textor do comando do Botafogo na última quinta-feira.
- A manobra foi liderada por representantes da Ares Management e Michele Kang.
- Uma carta de apoio de funcionários do clube, coordenada por Thairo Arruda e Alessandro Brito, garantiu a permanência de Textor.
- A carta destacou as conquistas de Textor, que reduziu a dívida do Botafogo de R$ 1,2 bilhão para R$ 500 milhões e aumentou a receita de R$ 140 milhões para R$ 719 milhões em 2024.
- Os funcionários afirmaram que qualquer tentativa de remover Textor seria uma violação dos valores do clube e se comprometeram a deixar suas posições caso sua liderança fosse ameaçada.
Os acionistas da Eagle Football tentaram destituir John Textor do comando do Botafogo na última quinta-feira. A manobra, liderada por representantes da Ares Management e Michele Kang, foi frustrada por uma carta de apoio de funcionários do clube, que reafirmou a importância da liderança de Textor.
O movimento de resistência foi coordenado por Thairo Arruda, CEO, e Alessandro Brito, diretor de gestão esportiva. A carta, considerada uma “carta de lealdade”, destacou as conquistas de Textor, que revitalizou o Botafogo após um período de crise financeira e esportiva. Os signatários, incluindo executivos e oficiais do clube, expressaram seu compromisso inabalável com a liderança de Textor.
Conquistas e Transformações
Sob a direção de Textor, o Botafogo passou por uma transformação significativa. A dívida do clube caiu de R$ 1,2 bilhão para R$ 500 milhões, e a receita aumentou de R$ 140 milhões para R$ 719 milhões em 2024. Além disso, o clube alcançou R$ 3 bilhões em exposição de mídia e se tornou um modelo de profissionalismo no futebol brasileiro.
Os funcionários ressaltaram que a liderança de Textor não apenas trouxe resultados financeiros, mas também renovou a esperança e a identidade do clube. O Botafogo, que já foi um gigante do futebol brasileiro, agora se prepara para um futuro promissor, incluindo a construção de um novo estádio para 40 mil torcedores.
Ameaças à Estabilidade
A carta também abordou as pressões políticas e corporativas que visam desestabilizar a gestão de Textor. Os signatários afirmaram que qualquer tentativa de remover ou limitar sua autoridade seria considerada uma violação dos valores do clube. Eles se comprometeram a deixar suas posições caso a liderança de Textor fosse ameaçada.
O manifesto é um apelo à união e à continuidade do projeto que revitalizou o Botafogo. Os funcionários enfatizaram que a saída de Textor significaria a perda do progresso alcançado e do sonho coletivo que todos estão construindo juntos.
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