- A Polícia Federal realizou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília, em 27 de outubro.
- A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- Bolsonaro recebeu medidas restritivas, incluindo recolhimento domiciliar noturno e uso de tornozeleira eletrônica.
- Ele está proibido de se comunicar com embaixadores, se aproximar de embaixadas e usar redes sociais.
- O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se manifestou sobre a operação, orientando ministros a manter silêncio.
A Polícia Federal deflagrou uma operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira, 27 de outubro, em Brasília. A ação, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), resultou em medidas restritivas, como recolhimento domiciliar noturno e o uso de tornozeleira eletrônica.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por não se manifestar sobre a operação, considerando que o caso está sendo tratado no âmbito judicial. Ministros do governo foram orientados a manter silêncio sobre o assunto, uma estratégia liderada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.
Além das restrições mencionadas, Bolsonaro está proibido de se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros, bem como de se aproximar de embaixadas e utilizar redes sociais. Essa situação pode impactar sua comunicação com o filho, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos promovendo um movimento pela anistia do pai e pela punição de ministros do STF.
Em um discurso recente, Lula acusou Eduardo Bolsonaro de tentar convencer o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, a intervir no Brasil. O presidente brasileiro mencionou que Trump ameaçou taxar produtos brasileiros em 50% a partir de agosto, caso não cesse a “perseguição” a Bolsonaro. Essa declaração ressalta a tensão política e as implicações internacionais que cercam o ex-presidente.
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