Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Líder do PT celebra decisão como vitória do Estado de Direito contra o golpismo

Ministro Alexandre de Moraes impõe tornozeleira a Jair Bolsonaro, enquanto investigações sobre financiamento de Eduardo Bolsonaro avançam.

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
0:00
Carregando...
0:00
  • O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta investigações sobre ações nos Estados Unidos, incluindo tentativas de impor sanções ao Brasil e financiamento de atividades de seu filho, Eduardo Bolsonaro.
  • O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu impor uma tornozeleira eletrônica a Bolsonaro, o que foi considerado uma vitória do Estado de Direito pelo líder do Partido dos Trabalhadores (PT), Lindbergh Farias.
  • Farias, autor da representação que levou à abertura do inquérito 4.995, destacou a decisão como um passo contra o “golpismo transnacional”.
  • O inquérito inclui ações de obstrução de justiça e ataques às instituições brasileiras, supostamente financiados por Bolsonaro, que admitiu ter transferido R$ 2 milhões para apoiar seu filho nos EUA.
  • Farias alertou sobre o risco de fuga de Bolsonaro, justificando o pedido de medidas cautelares, como a tornozeleira eletrônica.

O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta investigações que envolvem ações nos Estados Unidos, incluindo tentativas de impor sanções ao Brasil e o financiamento de atividades de seu filho, Eduardo Bolsonaro. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu impor uma tornozeleira eletrônica a Bolsonaro, o que foi celebrado pelo líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, como uma “vitória do Estado de Direito”.

Farias, que foi o autor da representação que resultou na abertura do inquérito 4.995, destacou que a decisão de Moraes é um passo importante contra o que considera “golpismo transnacional”. O deputado lembrou que sua atuação também incluiu a denúncia sobre o financiamento de Eduardo Bolsonaro, que teria recebido recursos via doações por Pix para sua estadia nos EUA. Além disso, ele mencionou a fuga da deputada Carla Zambelli, condenada pelo Supremo, e o pedido do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para que o passaporte de Bolsonaro fosse liberado.

O inquérito ampliado por Moraes inclui ações de obstrução de justiça e ataques às instituições brasileiras, supostamente financiadas por Jair Bolsonaro. O ex-presidente admitiu ter transferido R$ 2 milhões para apoiar as atividades do filho nos Estados Unidos. Farias, que foi ouvido pela Polícia Federal em julho, reiterou que havia um risco real de fuga de Bolsonaro, o que justificou o pedido de medidas cautelares, incluindo a tornozeleira eletrônica.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais