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Nunes critica decisão judicial e defende Bolsonaro em declaração polêmica

Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, critica investigações da PF e defende ex-presidente Jair Bolsonaro em meio a restrições judiciais.

Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro em evento pedindo anistia para golpistas do 8 de Janeiro (Foto: Tiago Queiroz/Estadão)
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  • O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo Tribunal Federal.
  • O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, criticou a ação da Polícia Federal e a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que impôs medidas restritivas a Bolsonaro.
  • Nunes expressou solidariedade ao ex-presidente, afirmando que ele não é acusado de crimes graves e que as medidas incluem uso de tornozeleira eletrônica e restrições de comunicação.
  • O prefeito também defendeu o comércio da Rua 25 de Março, mencionada em uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos.
  • Nunes destacou que a responsabilidade por produtos falsificados recai sobre a Receita Federal e órgãos de combate à pirataria, afirmando que a generalização sobre a Rua 25 de Março não será aceita.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta investigações da Polícia Federal (PF) e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), que têm gerado reações de figuras políticas. Na última sexta-feira, 18, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou a ação da PF e a determinação do ministro Alexandre de Moraes, que impôs medidas restritivas a Bolsonaro.

Nunes expressou sua solidariedade ao ex-presidente, afirmando que “todo remédio, quando exagerado, em vez de curar, faz mal”. Ele destacou que Bolsonaro não é acusado de crimes graves, mas está sendo processado por um caso de depredação em que não estava presente no Brasil. As medidas impostas incluem o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de acesso às redes sociais, além de restrições de comunicação.

Críticas à Investigação

O prefeito também abordou a postura dos Estados Unidos em relação ao Brasil, defendendo o comércio da Rua 25 de Março, que foi mencionado em uma investigação do Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR). Nunes afirmou que, caso haja venda de produtos falsificados, a responsabilidade recai sobre a Receita Federal e órgãos de combate à pirataria.

“Não temos medo de investigação, isso faz parte do processo democrático”, disse Nunes, ressaltando que a Prefeitura de São Paulo continuará apoiando os comerciantes da região. Ele enfatizou que a generalização de que a 25 de Março é um “ponto de falsificação” não será aceita, pois existem trabalhadores honestos que contribuem para o crescimento da cidade.

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