- O empresário Adalberto Amarilio Júnior, de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos em 3 de junho, após ter sido visto pela última vez em 30 de maio durante um evento.
- A principal linha de investigação sugere que ele pode ter se envolvido em uma briga ao buscar seu carro no estacionamento.
- O lutador de jiu-jitsu Leandro Tallis Pinheiro, segurança do evento, é um dos principais suspeitos após a polícia encontrar 21 munições de calibre .38 em sua casa.
- A polícia apreendeu cinco notebooks e sete celulares de seguranças do evento e espera recuperar dados relevantes.
- A causa da morte de Adalberto foi asfixia, e exames toxicológicos estão sendo realizados para verificar a presença de substâncias que possam ter alterado seu comportamento.
A Polícia de São Paulo investiga a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, de 35 anos, encontrado em um buraco no Autódromo de Interlagos em 3 de junho. Ele havia sido visto pela última vez em 30 de maio durante um evento no local. A principal linha de investigação aponta que Adalberto pode ter se envolvido em uma briga ao buscar seu carro no estacionamento.
Recentemente, o lutador de jiu-jitsu Leandro Tallis Pinheiro, que trabalhava na segurança do evento, foi detido por posse irregular de munição. A polícia apreendeu 21 munições de calibre .38 em sua residência. Leandro, que possui antecedentes criminais, não foi formalmente acusado, mas é um dos principais suspeitos. Sua ausência no trabalho após o desaparecimento de Adalberto levantou suspeitas.
Investigações em Andamento
Além de Leandro, a polícia cumpriu mandados de busca em outros quatro endereços relacionados à segurança do evento. Três seguranças compareceram ao Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) para prestar depoimento, mas permaneceram em silêncio a pedido de seus advogados. Durante as buscas, foram apreendidos cinco notebooks e sete celulares, com a expectativa de recuperar dados relevantes.
Os laudos periciais indicaram que a causa da morte de Adalberto foi asfixia. A polícia não descarta a possibilidade de que o crime tenha envolvido o uso de substâncias que alteraram seu comportamento, como um golpe do “boa noite, Cinderela”. Exames toxicológicos estão em andamento para investigar a presença de drogas em seu organismo.
A família de Adalberto notou seu desaparecimento e iniciou buscas em 30 de maio, mas o corpo foi encontrado apenas em 3 de junho. Ele foi visto pela última vez por um amigo, que relatou que o empresário havia consumido álcool e maconha antes de se dirigir ao estacionamento. O corpo foi encontrado sem calças e sapatos, o que levanta questões sobre as circunstâncias de sua morte.
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