- O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, expressou apoio ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro em uma postagem nas redes sociais.
- A declaração foi feita após a apreensão do passaporte de Bolsonaro pela Polícia Federal em 2024.
- Orbán criticou as medidas cautelares do Supremo Tribunal Federal (STF), como o uso de tornozeleira eletrônica e restrições nas redes sociais.
- Ele afirmou que “julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de justiça” e incentivou Bolsonaro a “continuar lutando”.
- Orbán já havia acolhido Bolsonaro na embaixada húngara em Brasília, onde o ex-presidente ficou por dois dias após a operação da Polícia Federal.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, manifestou apoio ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro em uma postagem nas redes sociais. A declaração ocorre após uma operação da Polícia Federal que resultou na apreensão do passaporte de Bolsonaro em 2024. Orbán criticou as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrições nas redes sociais.
Na mensagem, Orbán afirmou que “julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de justiça”. Ele incentivou Bolsonaro a “continuar lutando” contra as adversidades que enfrenta. O primeiro-ministro já havia acolhido o ex-presidente na embaixada húngara em Brasília, onde Bolsonaro permaneceu por dois dias após a operação da PF.
Orbán destacou que, embora se possa impor restrições físicas, “não se pode colocar uma tornozeleira no desejo de uma nação”. A defesa de Orbán reflete uma crescente solidariedade entre líderes que enfrentam desafios políticos em seus países. A situação de Bolsonaro continua a gerar debates intensos no Brasil, especialmente em relação à sua influência política e ao futuro de sua carreira.
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