Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Senador nigeriano suspenso é barrado na entrada do parlamento após denúncia de assédio

Senadora Natasha Akpoti-Uduaghan é barrada de entrar no Parlamento, desafiando decisão judicial e levantando preocupações sobre assédio.

Natasha Akpoti-Uduaghan foi suspensa do Senado há quatro meses (Foto: BBC)
0:00
Carregando...
0:00
  • Natasha Akpoti-Uduaghan, senadora da Nigéria, foi barrada de entrar no Parlamento após uma decisão judicial que pedia sua reintegração.
  • A senadora acusa o presidente do Senado, Godswill Akpabio, de assédio sexual e teve sua entrada negada por comportamento “indisciplinado”.
  • No dia 24 de outubro, a segurança impediu sua passagem no National Assembly em Abuja.
  • Akpoti-Uduaghan afirma que sua suspensão de seis meses está ligada à sua denúncia de assédio e planeja consultar sua equipe jurídica sobre os próximos passos.
  • Organizações da sociedade civil pedem uma investigação sobre suas alegações e expressam preocupação com a proteção das mulheres na política nigeriana.

Natasha Akpoti-Uduaghan, senadora da Nigéria, foi barrada de entrar no Parlamento após uma decisão judicial que pedia sua reintegração. A senadora, que acusa o presidente do Senado, Godswill Akpabio, de assédio sexual, teve sua entrada negada sob a justificativa de comportamento “indisciplinado” durante uma sessão legislativa.

Na terça-feira, 24 de outubro, a segurança impediu sua passagem nas entradas do National Assembly em Abuja. Akpoti-Uduaghan, uma das quatro mulheres entre os 109 senadores, afirmou que sua suspensão de seis meses está relacionada à sua denúncia de assédio. O presidente do Senado, por sua vez, contestou a decisão judicial, alegando que o Judiciário não deve interferir em assuntos parlamentares.

Akpoti-Uduaghan declarou que a liderança do Senado está em desacato à ordem judicial, enfatizando que sua legitimidade vem do povo de Kogi, que a elegeu. Ela planeja consultar sua equipe jurídica sobre os próximos passos a serem tomados. De acordo com as regras do Senado, a senadora não poderá acessar as dependências do Parlamento até que sua suspensão termine, em setembro.

Organizações da sociedade civil expressaram preocupação com o tratamento dado à senadora, pedindo uma investigação transparente sobre suas alegações de assédio. A situação levanta questões sobre a proteção das mulheres na política nigeriana e a necessidade de um ambiente legislativo seguro e respeitoso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais