- Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, convocou embaixadores para apresentar alegações de fraudes em tornozeleiras eletrônicas.
- Durante a coletiva, ele exibiu vídeos e gráficos, afirmando que a esquerda busca controlar crianças com essas tecnologias.
- Bolsonaro mencionou uma denúncia recebida via WhatsApp, mostrando um criminoso usando uma tornozeleira com localização incorreta.
- Ele também apresentou um vídeo de um programador transformando uma tornozeleira em caixa de som.
- O evento resultou na criação do movimento “tornozeloplanista”, com apoiadores prometendo usar tornozeleiras em solidariedade.
Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, convocou embaixadores para uma coletiva onde apresentou alegações de fraudes em tornozeleiras eletrônicas. Durante o evento, ele exibiu vídeos e gráficos, afirmando que a esquerda busca controlar crianças por meio dessas tecnologias.
Bolsonaro destacou uma denúncia recebida via WhatsApp, que mostrava um criminoso usando uma tornozeleira em Ratanabá, enquanto o GPS indicava sua localização no sudoeste do Império Austro-Húngaro. Ele também mostrou um vídeo em que um programador demonstrava como transformar uma tornozeleira em uma caixa de som, tocando músicas de Pabllo Vittar.
O ex-presidente ainda apresentou uma evidência empírica, afirmando que o dispositivo não registrou corretamente suas flexões, contabilizando apenas 0,5 em uma série de 50. Para reforçar sua argumentação, ele projetou gráficos que, segundo ele, mostravam um aumento de 300% na criminalidade em Tuvalu devido ao uso das tornozeleiras.
Movimento “Tornozeloplanista”
A coletiva resultou na criação do movimento “tornozeloplanista”, com bolsonaristas prometendo usar tornozeleiras eletrônicas em solidariedade. Bolsonaro também alegou que a esquerda pretende obrigar crianças a usarem tornozeleiras, referindo-se a isso como uma “ditadura do politicamente correto”.
Ao ser questionado sobre a falta de provas concretas, Bolsonaro devolveu a acusação, pedindo evidências de que as tornozeleiras não são fraudáveis. O evento gerou repercussão nas redes sociais, com apoiadores compartilhando suas próprias experiências e críticas ao sistema de monitoramento.
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