- Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), é réu em uma ação penal sobre uma suposta trama golpista.
- Ele está sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de circulação.
- Após seu interrogatório, os advogados de Vasques pediram ao juiz que registrasse sua saída de casa após as 22h, justificando-a pelo interrogatório.
- O pedido foi feito ao juiz auxiliar Rafael Henrique Tamai para evitar sanções do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
- Vasques deve cumprir proibições, como o uso de redes sociais e a permanência em casa durante a noite e nos finais de semana.
Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da PRF, é réu em uma ação penal que investiga uma suposta trama golpista. Ele está sob medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de circulação. Após seu interrogatório, os advogados de Vasques solicitaram ao juiz que registrasse em ata sua saída de casa após as 22h, justificando que isso ocorreu devido ao interrogatório.
O pedido foi feito ao juiz auxiliar Rafael Henrique Tamai, com o objetivo de evitar possíveis sanções do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Vasques, que deve cumprir as medidas cautelares, enfrenta proibições como o uso de redes sociais e a permanência em casa durante a noite e nos finais de semana.
As medidas cautelares foram impostas pela Justiça em decorrência das acusações que pesam sobre ele. O ex-diretor-geral da PRF, que se encontra sob vigilância eletrônica, busca garantir que sua saída não resulte em penalidades adicionais. A situação de Vasques continua a ser monitorada, à medida que o processo avança.
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