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Lula prioriza isenção do IR em sua proposta eleitoral, afirma Hugo Motta

Hugo Motta prioriza isenção do imposto de renda e resiste à pressão por anistia a condenados dos ataques de janeiro.

Presidente da Câmara, Hugo Motta - 16/07/2025 (Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados/Divulgação)
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  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que sua prioridade é aprovar a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.
  • A declaração foi feita durante uma edição especial do programa A Voz do Brasil.
  • Motta deixou em segundo plano a pauta de anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.
  • Aliados de Jair Bolsonaro pressionam por uma votação que busque reverter decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo a anistia.
  • Motta reafirmou que a Câmara não deve ser um espaço para a rearticulação do bolsonarismo, focando nas necessidades da população.

Cobrado pela oposição bolsonarista, o presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que sua prioridade é a aprovação da isenção do imposto de renda para quem ganha até 5.000 reais mensais. A declaração foi feita durante uma edição especial do programa *A Voz do Brasil*, que celebrou 90 anos. Motta destacou que o foco deve ser o interesse do povo brasileiro, deixando em segundo plano a pauta de anistia aos condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Os aliados de Jair Bolsonaro pressionam por uma votação que busque reverter decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo a anistia para os envolvidos nos eventos de janeiro. No entanto, Motta parece resistir a transformar a Câmara em um espaço para a agenda bolsonarista, priorizando a proposta de isenção fiscal, que é vista como uma estratégia do governo Lula para recuperar popularidade e mirar a reeleição em 2026.

Além da isenção do imposto de renda, os aliados de Bolsonaro também pretendem discutir propostas que visem limitar os poderes dos ministros do STF. Essa movimentação reflete uma tentativa de retaliar as decisões da Corte em relação aos réus da trama golpista. Motta, por sua vez, reafirma que a Câmara não deve ser um “QG” para a rearticulação do bolsonarismo, mantendo o foco nas necessidades da população.

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