- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, apoiou a candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026 durante um evento no Vale do Jequitinhonha.
- Silveira elogiou Pacheco, afirmando que devemos gratidão a ele por sua coragem e determinação em prol da democracia.
- Pacheco criticou a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, destacando a importância de resistir ao obscurantismo e ao radicalismo.
- O evento anunciou investimentos de R$ 1,17 bilhão na construção de 249 novas escolas para comunidades indígenas e quilombolas.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou seu apoio a Pacheco, afirmando que ele será ainda mais importante em seu quarto mandato.
Durante um evento no Vale do Jequitinhonha, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, manifestou apoio à candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao governo de Minas Gerais em 2026. A declaração ocorreu ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também elogiou Pacheco.
Silveira destacou a importância do senador para a democracia, afirmando que “devemos muita gratidão” a Pacheco por sua coragem e determinação. O ministro enfatizou que a missão do senador vai além de sua atuação atual, mencionando a necessidade de retomar políticas públicas em áreas como saúde e educação no estado.
Pacheco, por sua vez, criticou a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, expressando preocupação com o “obscurantismo e radicalismo” que ameaçam a democracia. Ele ressaltou que é dever dos homens públicos resistir a tentativas de anistia geral, defendendo a importância da ciência e das universidades públicas.
O evento também marcou o anúncio de investimentos de R$ 1,17 bilhão na construção de 249 novas escolas voltadas a comunidades indígenas e quilombolas, parte do PAC. Essa iniciativa reflete o compromisso do governo federal com a educação na região, que é um reduto eleitoral histórico do PT.
Lula, ao final do evento, reiterou seu apoio a Pacheco, afirmando que o senador será “ainda mais importante em seu quarto mandato”. A reconciliação entre Silveira e Pacheco, após um histórico de desavenças, sinaliza uma nova fase nas alianças políticas em Minas Gerais.
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