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Eduardo Bolsonaro faz ameaça a Motta e Alcolumbre e gera indignação de Gleisi

Gleisi Hoffmann pede punições criminais para Jair e Eduardo Bolsonaro por tentativas de intervenção estrangeira na política brasileira.

Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais (Foto: Divulgação)
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  • A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chamou de “crime intolerável” a ameaça do deputado Eduardo Bolsonaro de punir presidentes do Congresso com sanções dos Estados Unidos.
  • Eduardo Bolsonaro afirmou ter solicitado ao ex-presidente Donald Trump sanções contra os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre.
  • Ele pediu ao governo americano o cancelamento dos vistos de Motta e Alcolumbre e sugeriu sanções mais severas para quem não apoiasse seu pai.
  • Gleisi criticou essa postura como uma tentativa de intervenção estrangeira e defendeu punições criminais para Jair e Eduardo Bolsonaro, considerando suas ações como crime de lesa-pátria.
  • A situação legal de Jair Bolsonaro se complica com um inquérito em andamento e a imposição de tornozeleira eletrônica.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, classificou como “crime intolerável” a ameaça do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) de punir presidentes do Congresso com sanções dos Estados Unidos. Durante uma entrevista, Eduardo afirmou ter solicitado ao ex-presidente Donald Trump sanções contra os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, caso não o ajudassem em sua defesa.

Eduardo, cuja licença na Câmara expirou, mencionou que pediu ao governo americano o cancelamento dos vistos de Motta e Alcolumbre. Ele também expressou o desejo de ver sanções mais severas, como a restrição de acesso a e-mails e aplicativos para aqueles que não apoiassem seu pai. Gleisi criticou essa postura, afirmando que a ação representa uma chantagem indecente e uma tentativa de intervenção estrangeira na política brasileira.

Desde que as sanções de 50% sobre a importação de produtos brasileiros foram anunciadas, Eduardo Bolsonaro se tornou um defensor da retirada dessas medidas, condicionada à anistia de Jair Bolsonaro e ao impeachment do ministro Alexandre Moraes. A situação legal do ex-presidente se complica, com um inquérito em andamento e a imposição de tornozeleira eletrônica, além de restrições de horário.

Gleisi também defendeu punições criminais para Jair e Eduardo Bolsonaro, afirmando que suas ações configuram um crime de lesa-pátria. A ministra destacou que a tentativa de golpe e a busca por apoio externo não podem ficar impunes, reforçando a necessidade de proteger a soberania e a democracia no Brasil.

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