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EUA aplicam sanções a ministros do STF e revogam vistos de membros do governo

Estados Unidos devem anunciar novas sanções contra autoridades brasileiras, incluindo a expulsão da embaixadora e restrições a ministros do STF.

O presidente Donald Trump visita a Reserva Federal, no dia 24 de julho de 2025, em Washington. (Foto: Julia Demaree Nikhinson/AP)
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  • O governo dos Estados Unidos planeja ampliar as sanções contra autoridades brasileiras.
  • As novas medidas incluem a expulsão da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti e restrições a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
  • Ministros como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes já perderam vistos e podem ter bens congelados nos EUA.
  • As sanções são baseadas na Lei Magnitsky, que permite punir estrangeiros por corrupção e violações de direitos humanos.
  • O STF e o Palácio do Planalto não comentaram sobre as novas sanções, que devem ser anunciadas na próxima semana.

O governo dos Estados Unidos planeja ampliar as sanções contra autoridades brasileiras, incluindo a expulsão da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti e restrições a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As novas medidas devem ser anunciadas na próxima semana, conforme informações do analista internacional Lourival Sant’Anna.

As sanções, que já afetaram alguns ministros do STF, como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, incluem a perda de vistos e a possibilidade de congelamento de bens nos EUA. O governo americano utiliza a Lei Magnitsky, que permite punir estrangeiros por corrupção e violações de direitos humanos, como base para essas ações.

Além da embaixadora, outros ministros do STF também podem ser alvo das novas sanções. Oito deles já perderam o visto para entrar nos Estados Unidos. As punições podem incluir restrições financeiras, dificultando o acesso a serviços bancários e a negócios com empresas americanas.

O STF não se manifestou sobre as sanções, e o Palácio do Planalto não respondeu aos pedidos de comentário. A Lei Magnitsky, aprovada em 2012, permite ao presidente dos EUA impor sanções, que podem ser revogadas caso os afetados provem sua inocência ou mudem de comportamento.

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