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Militar se declara ‘prisioneiro de guerra’ em depoimento no STF

Tenente-coronel nega acusações de assassinato e se declara "prisioneiro de guerra" em interrogatório no STF. Caso gera grande repercussão.

Tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, réu na ação da trama golpista (Foto: YouTube/TV Justiça/Reprodução)
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  • O tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira se declarou um “prisioneiro de guerra” durante seu interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF).
  • Ele é réu em uma ação sobre uma suposta trama golpista, acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de planejar monitorar e neutralizar autoridades após as eleições de 2022.
  • Durante o depoimento, Oliveira optou por um silêncio parcial, respondendo apenas às perguntas de sua defesa.
  • Ele negou envolvimento em planos de assassinato de autoridades, chamando as acusações de “fantasia”.
  • Oliveira afirmou que uma reunião mencionada por um delator foi apenas uma visita ao general Walter Braga Netto, sem relação com os fatos investigados.

O tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira, réu em uma ação relacionada a uma suposta trama golpista, se declarou um “prisioneiro de guerra” durante seu interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de estar envolvido em planos para monitorar e neutralizar autoridades após as eleições de 2022.

Durante o depoimento, que ocorreu nesta segunda-feira, Oliveira optou por um silêncio parcial, respondendo apenas às perguntas de sua defesa. Ele está preso preventivamente há cerca de oito meses. O magistrado que conduziu o interrogatório, lotado no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, afirmou que o tenente-coronel tinha o direito ao silêncio.

Ao ser questionado sobre os planos de assassinato de autoridades, incluindo o ministro Moraes e os presidentes eleitos Lula e Geraldo Alckmin, Oliveira negou qualquer envolvimento. Ele classificou as acusações como “fantasia” e afirmou que uma reunião mencionada por um delator, Mauro Cid, foi apenas uma visita ao general Walter Braga Netto, sem relação com os fatos investigados.

As alegações de Oliveira surgem em meio a um contexto de investigações sobre ações golpistas que teriam sido planejadas após as eleições de 2022. O caso continua a ser acompanhado de perto, dado seu impacto nas instituições democráticas do país.

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