- O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, criticou a aplicação da Lei Magnitsky pelo governo de Donald Trump contra o ministro Alexandre de Moraes.
- Mello expressou preocupação com sanções a autoridades brasileiras, considerando “impensável” tal ação de um “país irmão”.
- Ele questionou a situação atual, perguntando: “A que ponto chegamos?”.
- Moraes recebeu apoio de figuras como o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Câmara, Hugo Motta.
- Mello já havia criticado a condução de processos por Moraes, especialmente a ação penal relacionada à tentativa de golpe de Estado envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, criticou a decisão do governo de Donald Trump de aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Em entrevista à CartaCapital, Mello expressou sua preocupação com as sanções a autoridades brasileiras, afirmando que é “impensável” um governo de um “país irmão” impor tais medidas. Ele questionou: “A que ponto chegamos?”.
Nos últimos dias, Moraes recebeu apoio de diversas figuras, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara, Hugo Motta. Mello, no entanto, tem sido crítico da condução dos processos por Moraes, especialmente a ação penal relacionada à tentativa de golpe de Estado, na qual o principal réu é o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em uma entrevista anterior, Mello sugeriu que a atuação de Moraes no STF poderia levar a um desgaste da instituição. Ele afirmou que, para entender as decisões do ex-colega, seria necessário “colocá-lo em um divã”. A tensão entre as decisões do STF e as reações políticas continua a ser um tema central no debate público.
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