- O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido da defesa de Sérgio Cabral para anular uma condenação na Operação Lava Jato.
- A decisão foi tomada em trinta e um de julho de dois mil e vinte e cinco.
- A defesa argumentou que a condenação se baseou em provas contaminadas da delação da Odebrecht.
- Toffoli afirmou que não houve conluio entre juiz e acusação no caso de Cabral.
- O ex-governador já acumula mais de quatrocentos anos de prisão em mais de vinte processos relacionados à Lava Jato.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido da defesa de Sérgio Cabral para anular uma de suas condenações na Operação Lava Jato. A decisão foi proferida nesta quinta-feira, 31, e refuta a tentativa de equiparar o caso do ex-governador do Rio de Janeiro ao do ex-presidente Lula.
Os advogados de Cabral argumentaram que sua condenação se baseou em provas contaminadas, oriundas da delação da Odebrecht, e pediram a extensão das decisões que anularam processos contra Lula, que foram fundamentadas na suspeição do ex-juiz Sergio Moro. No entanto, Toffoli destacou que não houve conluio entre juiz e acusação no caso de Cabral, e que a ação penal não se sustentou apenas em dados da empreiteira.
Sérgio Cabral já acumula mais de 400 anos de prisão em mais de vinte processos relacionados à Lava Jato. Embora algumas de suas sentenças tenham sido anuladas, ele continua réu em diversas ações. A defesa do ex-governador ainda pode recorrer da decisão de Toffoli.
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