- Donald Trump afirmou que merece o Prêmio Nobel da Paz, reavivando sua rivalidade com Barack Obama, que recebeu o prêmio em 2009.
- A porta-voz de Trump, Karoline Leavitt, destacou suas mediações internacionais, incluindo acordos de paz entre Índia e Paquistão e Egito e Etiópia.
- Leavitt mencionou que Trump teria mediado um acordo de paz por mês desde seu retorno ao poder em janeiro, mas não comentou sobre conflitos atuais, como a guerra na Ucrânia.
- Líderes estrangeiros, como o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, também indicaram Trump ao prêmio.
- As indicações devem ser enviadas até 31 de janeiro, e o anúncio dos vencedores ocorrerá em 10 de outubro.
Donald Trump voltou a ser tema de debate ao afirmar que merece o Prêmio Nobel da Paz, uma provocação que remete à sua rivalidade com Barack Obama, laureado em 2009. A porta-voz de Trump, Karoline Leavitt, declarou que o ex-presidente americano deveria ser reconhecido por suas mediações internacionais, citando acordos de paz entre países como Índia e Paquistão e Egito e Etiópia.
Leavitt destacou que, desde seu retorno ao poder em janeiro, Trump teria mediado um acordo de paz por mês. Ela também mencionou ações controversas, como ataques ao Irã, como parte de suas contribuições para a paz mundial. No entanto, a porta-voz não comentou sobre conflitos atuais, como a guerra na Ucrânia ou a situação em Gaza.
Indicações e Reações
A indicação de Trump ao Nobel não vem apenas de sua equipe. Líderes estrangeiros, incluindo o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu e representantes do Paquistão, também o nomearam para a premiação. Durante uma reunião com presidentes africanos, Trump recebeu elogios sobre sua candidatura, o que o deixou visivelmente satisfeito.
A professora de Direito Anat Alon-Beck, da Universidade Case Western Reserve, também apresentou o nome de Trump ao comitê do Nobel, destacando sua “autoridade extraordinária” e “talento estratégico” em promover a paz. As indicações para o prêmio devem ser enviadas até 31 de janeiro, com o anúncio dos vencedores marcado para 10 de outubro.
Rivalidade com Obama
Trump frequentemente menciona sua rivalidade com Obama, insinuando que, se fosse ele, já teria recebido o prêmio. Essa disputa se intensificou desde que Obama foi laureado apenas nove meses após assumir a presidência. Trump, que tem uma forte ligação com prêmios e distinções, é visto como um candidato forte, com alguns sites de apostas o colocando em segundo lugar na corrida pelo Nobel, atrás de Yulia Navalnaya, viúva do opositor russo Alexei Navalny.
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