- O grupo suprapartidário Direitos Já! se reuniu em São Paulo na noite de segunda-feira, quatro de setembro, para planejar um ato em celebração ao Dia Internacional da Democracia, que ocorrerá no dia quinze de setembro.
- O evento será realizado no teatro Tuca e contará com a presença de representantes de treze partidos e da sociedade civil.
- Durante a reunião, foi discutido um manifesto e a importância de fortalecer a soberania nacional.
- O coordenador-geral do grupo, Fernando Guimarães, enfatizou a necessidade de limitar as candidaturas ao Senado a no máximo duas por estado, visando unir o campo democrático.
- Após o ato, o grupo realizará encontros para discutir as eleições do próximo ano e promover candidaturas que defendam a democracia.
O grupo suprapartidário Direitos Já! se reuniu na noite de segunda-feira (4) em São Paulo para planejar um ato em celebração ao Dia Internacional da Democracia, marcado para o dia 15 de setembro. O evento ocorrerá no teatro Tuca e contará com a presença de representantes de 13 partidos e da sociedade civil.
Durante a reunião, foi discutido um manifesto que será apresentado no ato, além da necessidade de fortalecer a defesa da soberania nacional. Entre os participantes estavam membros de partidos como PT, PSDB, PSOL e MDB, além do ex-presidente do STF, Nelson Jobim. O foco principal é a construção de candidaturas ao Senado em cada estado, visando garantir uma maioria comprometida com o Estado Democrático de Direito.
Fernando Guimarães, coordenador-geral do grupo, destacou a importância de evitar a dispersão de candidaturas, afirmando que é essencial que o campo democrático se una em torno de no máximo duas candidaturas por estado. Essa estratégia visa combater o crescimento da direita bolsonarista, que busca aumentar sua influência no Senado para aprovar impeachments de ministros do STF.
Após o ato do dia 15, o grupo planeja realizar uma série de encontros com dirigentes partidários e membros da sociedade civil para discutir as eleições do próximo ano e promover candidaturas que defendam a democracia. A mobilização busca não apenas fortalecer a democracia no Brasil, mas também resistir a um projeto autoritário que se intensifica tanto no país quanto no mundo.
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